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Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Desculpem o desfasamento mas estou longe, muito longe e as notícias tardam e eu tenho mais que fazer, ok?

Agosto 31, 2012

Filipa



Vocês são todos parvos ou é só aquela infeliz e típica mania portuguesa de só se estar bem a marrar com tudo e com todos?
Mas queriam que a miúda despisse mais o quê? As algas? A areia? E depois essa história de estar vulgar e não sei quê. Não vejo nada de vulgar, vejo um rabo bem bom e uma Filipa morta de inveja, mais nada.
Jurem que não têm vergonha de serem assim.









Foto daqui que sou uma gaja que cumpre.

Amiguinhos da internet:

Agosto 24, 2012

Filipa

Ou bem que é blog ou bem que é facebook, assim não dá. Além disso tenho que decidir se fico cá ou regresso a Inglaterra, se caso mesmo ou se mantenho o ajuntanço, se compro um iphone ou um blackberry, se compro uns ténis normais ou uns com salto embutido e eu sou só uma, não chego para tudo.

Tenho para aqui assunto para posts que nunca mais acaba.

Agosto 15, 2012

Filipa

Uma gaja que seja solteira e que tenha dois filhos (digo dois porque só com um vive-se à rasquinha e o pessoal aqui gosta de viver à grande) nesta terra, não precisa trabalhar e vive à grande, um nojo. Não é de estranhar que aqui uma criatura com os seus vinte anos já tenha uma penca de filhos. Aqui filhos é sinónimo de independência, senão, vejamos.
Por cada filho que tem, além do abono que é seu por direito e até à maioridade (vide lá post onde falo da maioridade e da puta da confusão que a rainha criou com uma merda tão simples. Daqui a nada muda para o euro e depois sempre quero ver o que faço com os meus planos para enriquecer) o estado ainda disponibiliza uma quantia POR SEMANA para "ajudas". Não sei a que raio de ajudas se referem, uma vez que aqui os putos não pagam nada. Não pagam os livros e o material da escola. Não pagam escola. Não pagam o comer da escola. Não pagam transporte da escola. Não pagam médico nem medicamentos. A única coisa que sai do bolso dos pais é uma farda ridícula que as crianças são obrigadas a usar na escola, e quaisquer dois tostões paga essa merda. Mas têm um guito extra e isso é que importa. Se a mãe ficar em casa a tomar conta de suas crias, não tem qualquer problema porque o estado está cá para ajudar e o estado paga para as gajas serem mães presentes. Por cada filho. Por semana.
No entanto, como em todo o lado, há mães muito moderninhas e algumas acham que por terem sido mães, podem muito bem continuar a ser úteis à sociedade e arriscam num part-time, onde é que já se viu? Também não tem problema, não há-de ser por isso que o gato deixa de ir às filhós. O estado complementa o pagamento do part-time, ou seja, a mãe recebe o seu ordenado e o estado paga o resto até o total prefazer a quantia normalmente recebida num full time do género. Catita, hã? Mas há mais, ó se há. A mãe não consegue pagar a renda de sua casa ou porque está desempregada ou outra cena qualquer. O estado paga. Aqui paga-se um determinado valor semanal que reverte para os bombeiros, polícia, malta que trata dos esgotos, do lixo e outras paneleirices do género. Se mamãe ficar desempregada, não paga. O estado banca. Não tem ama para os miúdos? O estado arranja. Não tem como se deslocar até ela? O estado desencanta uma que vá até casa. A mãe acha que numa casa pequena não dá porque o filho do meio tem claustrofobia em casas de dois andares? No problema, o estado arranja uma de três. E podia continuar nisto até vocês se fartarem, mas felizmente não sou pessoa de extremos. Gaja solteira e com filhos, aqui vive como uma rainha.
(Espero que tenham tirado aquela ideia absurda da cabeça de que a rainha não manda nada. Não que não manda. Só uma mulher para ter ideias de cocó destas)

misfit

Agosto 07, 2012

Filipa

Não brinco quando digo que aqui não é só a condução que é feita no lado contrário. Aqui, tudo é ao contrário. A única coisa que não está ao contrário é a altura do dia em que estas criaturas dormem, de resto oferece-me dizer, pá, foda-se, já se deixavam de merdas e atinavam, não? Aqui, uma pessoa não precisa de convite para ir a um casamento. Se quiser vai e pronto. Os convites são meramente informativos. Quando é um funeral, a coisa muda completamente de figura. Só vai ao funeral quem tiver convite. Sem convite, temos pena, mas tens mesmo que ir chorar para outra freguesia. Aí, o gasóleo é mais barato. Aqui não. Aqui andar num carro movido a gasóleo é para os ricos. Aí os carros são caríssimos. Qualquer charuto se faz pagar bem. Aqui não. Aqui com mil libras compras um Audi. Aí, a maioridade acontece aos dezoito, aqui depende. Para conduzir é aos dezasseis mas tosgas só aos vinte e um. Aí desde que tu ou alguém pague o teu próprio álcool, podes bebê-lo onde te der mais jeito. Aqui, não podes ingeri-lo na rua. Aí, o marido bate na mulher, fodidíssimo por o Benfica ter empatado, ela faz queixa e só quando é morta é que a polícia aparece. Aqui, o marido supostamente bate na mulher e a polícia aparece. Depois, na esquadra, logo se vê se bateu ou não. Aí as Portuguesas são as sérias e as emigrantes umas putas. Aqui é tudo puta. Aí, alguém com tatuagens é alguém que nunca irá trabalhar, por exemplo, num banco. Aqui a única pessoa que não tem uma tatuagem é a rainha. Acho. Aí um gajo vai ao shopping de fato de treino é azeiteiro, aqui está pronto para ir para a night. Aí as gajas querem casar. Aqui querem fruta. Os gajos aí querem é putas e vinho verde. Aqui querem vinho verde. E branco. E tinto. E cerveja. E caipirinha. E vodka. Acredito que seja engraçado pra vós perceber tantas diferenças, para mim é só cansativo e dou comigo a pensar, é só um pensamento, ok?, por favor não nos vamos agarrar agora a ele como se estivéssemos todos a cair, e se eu bazasse mas era daqui para fora?

Pegai lá mais diário de uma gaja em Londres ou o caralho, que eu sei bem como gostais deles.

Agosto 03, 2012

Filipa

Vou desenhar aqui uma pescadinha de rabo na boca mas em forma de palavras, a ver se me entendem quando digo que estas criaturas mal dispostas não batem mesmo nada bem do tijolo e não sou eu que estou numa de implicar. Uma pessoa chega e pensa, ai vou abrir uma conta num banco para me depositarem lá o ordenado. Não pode, a menos que tenha uma factura que prove que reside em determinada morada. Pode ser, por exemplo a conta da água e aqui começa logo a dar merda porque para se ter uma factura da água tem que se ter antes de mais uma casa. E uma conta no banco para a pagar todas as semanas. Para se ter uma casa, além da conta no banco, tem que se trabalhar, mas enquanto não se tem número de segurança social, desconta-se balúrdios para um número provisório. Para se ter número da segurança social tem que se ir ao médico (pá, nem perguntem, a sério), que, se achar por bem, nos passa um papel para levar aos bosses aqui da zona. Para termos médico, temos que preencher uma resma de papéis onde consta, entre outros despropósitos, a pergunta mais descabida de todo o sempre: há quanto tempo não toma a vacina contra o tétano? Ninguém se lembra da última vez que se levou tal coisa, foda-se! Pode-se ter uma vaga ideia mas nada mais além disso. Depois é como tudo, há que ter sorte com o médico e respectivo mood, e em princípio, é só isto que tem que se fazer para se abrir uma conta no banco. Resumindo, inscrição no médico, papel passado que dá direito ao número que por sua vez dá direito a trabalhar e fazer uns descontos decentes, com guita vem a casa, com esta pelo menos uma torneira e consequente factura de água e então aí sim, uma conta no banco. Estes gajos são bué esquisitos ou sou só eu que estou acostumada a um país burocraticamente muito mais simples, foda-se? Ainda vocês se queixam.

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