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Ó Deus.

por Filipa, em 01.07.14
Gracinha, abeire-se aqui perto do meu altruísmo. Pode chegar mais um pouco, incomoda mas vai ver que não dói. Iiiisso. Sim, pode abusar que não me dá para isto muitas vezes, tornei a acordar em modo magnânimo, rejubile para aí à vontade. Gracinha, produtos de primeira necessidade não são cosméticos que qualquer euro compra. Repare que nem falo da marca duvidosa que decide não prescindir. Causa-me vários arrepios sabê-la dependente de tal marca, mas felizmente e graças aos Deuses que o bom gosto só está ao alcance de alguns. O bom gosto não pode ser banal, um dia há-de perceber isto. Produtos de primeira necessidade são exactamente isso; têm prioridade, sem eles não há quem viva. Assim de repente lembro-me de alguns que estão directamente relacionados com a sobrevivência. Os seus, os cosméticos, são só vaidade, não confunda as coisas nem as pessoas que ouvi dizer que a menina agora é influente.
Pronto, agora vá que já me enfadou. De caminho tape o traseiro com esta pashmina. Um dia havemos de falar acerca disso também.

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Uma pessoa está a ler um post muito interessante até, ou melhor o assunto do post é que é interessante na medida em que tudo o que diga respeito a estética está para mim como a playstation para os homens, a Primavera para as alergias, assuntos delicados para bloggers parvas como a merda, e chega-se a meio e a coisa brocha, ah!, era publicidade. É isto que me incomoda, uma believer que é o que eu sou na maioria das vezes, uma naive da porra que não há dia que não perca tempo a ler posts de merda, até que a meio percebo que é publicidade. Não acho só desonesto, obrigar uma pessoa a ler um texto inteiro até que finalmente referem a mão publicitária que ajudou na escrita. Acho desonesto e estúpido.

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