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Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

e para terminar

Outubro 22, 2014

Filipa

duas boas novas.
A minha chefe diz que amanhã vai preceder à avaliação a que estou sujeita, semestralmente.
O meu gajo pousou-me aqui a revista Lux, num exercício de absoluta provocação, uma vez que Cristina Ferreira consta em ambas as capas (sim, traz duas revistas) bem como uma dose de ensaio do perfume, o Meu, dela.
A seu tempo falarei acerca dos danos colaterais que estas catástrofes provocaram.

Aiiiiii

Outubro 22, 2014

Filipa

Sou lisboeta, filha de pai alentejano e mãe minhota, nunca tive dúvidas relativamente à minha naturalidade, mas ultimamente algo me apoquenta, porra. Gosto bastante de francesinhas, de migas, de pão com azeitonas, de sopa de cação, de rebuçados de açúcar, de aletria , mas não digo que não aos pastéis de Belém, aos travesseiros de Sintra, aos fofos de Belas. Adoooro S.Rodrigos, Morgados, arroz de lingueirão, torresmos, pezinhos de coentrada, açorda de alho, arroz de polvo, cabrito assado, bacalhau à minhota, caldo verde, sardinhas assadas, pataniscas, cozido à Portuguesa e para rematar, arroz doce. Dou por mim a querer ser de muitos locais, dependendo da fome. Às vezes quero com tanto ardor que duvido ter nascido num só sítio, é aqui que vocês entram.
Estas coisas que guardo no coração com tanta saudade, fazem de mim afinal o quê? Lisboeta com a mania? Blogger com posts de encher choiriças, também gosto de choiriças, de farinheira, de linguiça? É porque acontece sentir-me um bocado perdida, confundir tudo e dizer que sou minhota, quando na realidade não passo de uma banal alfacinha com muito apetite. Estou bastante inquieta com estas questões, se me puderem ajudar, agradecia.
Muito.

Só para que vejam que não exagero

Outubro 16, 2014

Filipa

quando digo que a minha chefa é mais nojenta do que a pila mal lavada de um trolha a cheirar a vinho.



Podia legendar, não me custava nada falar das colónias de bactérias que irão fazer ninhos nas mocadas que a caneca tem, do batom que permanece na loiça, após ela a ter lavado, ou nos restos de comer que adornam o escorredor de loiça, mas prefiro que apreciem a foto.
Apreciemos, então.

Desabafinho

Outubro 15, 2014

Filipa

Tenho aqui a minha chefe muito fodida com não sei bem o quê. Na realidade ninguém sabe, uma vez que nada de grave aconteceu, muito pelo contrário. Sucede que no mundinho dela, tem direitos muito próprios e por coisas que escapam cá ao meu pequeno entendimento, recorre amiúde ao enxovalhanço e tem especial apreço por tratar os que lhe estão abaixo, profissionalmente falando, pior do que a bosta da mosca da bosta. No meu mundinho também há unicórnios e fadas dos dentes, por exemplo, os meus abdominais são igualinhos aos da Jessica, mas Deus fadou-me com algum discernimento e vai daí evito de me meter em patamares elevados.
Ora, a minha paciência não me acompanha a idade, os quarenta estão aí à porta, o humor arrasta-se já a custo e este cocktail não se compadece com o respeito que devemos aos outros, quando este calha a ser unilateral. A minha vontade, neste exacto momento em que limpo umas lagrimitas teimosas devido ao nervoso acumulado por vias de não lhe poder responder à medida, era de ir até ali ao seboso do seu escritório e partir-lhe a puta da boca toda, mas de forma a que nenhum cabrão de dentista conseguisse sequer meter aquela ceninha que tem um espelho na ponta, naquela boca mais nojenta do que o cu de um rafeiro. Havia de lhe sobrar osso só na medida suficiente para que lho pudesse voltar a partir. E ficava neste jogo durante horas, só até me fartar. Mas depois lembro-me do meu João, da casa, das despesas, dos meus animais, de tudo o que por aí há-de vir, e enrolo-me num cantinho, a chorar a minha ira, eu que era uma miúda que nunca desejei mal a ninguém, que desejava somente o bem e sem olhar a quem, não é para todos este grande amor ao próximo, han?, vejo-me a desejar-lhe, com todas as minhas forças, uma puta de uma diarreia que a leve sanita abaixo para que eu e mais as sete desgraçadas a quem gosta de esfregar as putas das hierarquias no trombil, conseguíssemos trabalhar felizes. É só isso que precisamos, de trabalhar em paz. Nada de aumentos, nada de prémios, só paz, branquinha paz. Nada me faria mais feliz do que fazer o gosto à mão e hoje era um bom dia para isso, até porque vamos partilhar umas horas de serão.
Ainda vão ouvir falar de mim quando me dedicar em exclusivo ao blog e em particular à venda de calçado de gosto duvidoso.
Depois não digam que não avisei.

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