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Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Os ménes do blogger, são gajas, não são?

Fevereiro 27, 2015

Filipa

Que canseira, uma pessoa não aguenta. Hoje querem castrar a obra ao artista, amanhã já pode, senhora blogger, por quem é?, publique aí à vontade fotos badalhocas  que estivemos a fazer contas às reclamações e a ver a malta a dar de frosques e o melhor é continuarmos assim, até porque temos disponível um aviso de conteúdos para que almas puras e castas não se choquem. Não, não contem comigo para merdas destas.

 
 

Estou muito fodida com isto, pois claro que estou

Fevereiro 26, 2015

Filipa

Há coisa de dois dias, também eu fui notificada por estes gajos do blogger que, ou me punha fina, que é como quem diz, ou vais vistoriar posts do tempo da Maria Cachucha a ver se existe material susceptível de ser considerado conteúdo adulto, e caso exista tira mas é essa merda que isto é uma plataforma de gente respeitadora (ah ah ah, mesmo lixada mantenho o sentido de humor que me caracteriza, impressionante), ou já foste. Na altura caguei, nem li, confesso. Fechei aquele quadradrinho paneleiro e fui à minha vida que anda cheia e a mil. Mas leio um apontamento aqui, outro ali, mando email a averiguar e foda-se, não pode ser, estes gajos não estão bem, alguém lhes jogue a mão, então agora não posso escrever o que eu quiser? Não posso ilustrar, conforme me der mais jeito, um pensar, uma citação, um provérbio ou assim, de modo inequivocamente fundamental? Eu tenho anónimos estúpidos, pelos colchetes de ouro do vestido de Jocasta, como é que acham que os levo a entender as pérolas que lhes dou?
Lamento, mas não posso admitir uma merda destas, vai contra todos os meus princípios, deixar amarfanhar, desta forma tão pornograficamente obscena, um dos direitos mais fundamentais de uma mulher. Querer calá-la, castrá-la, torná-la impotente, é só uma puta de uma ideia que não lembra ao mais panasca do reino dos panascas, estes gajos em vez de agilizarem, descomplicarem e ajudarem o utente, querem é ficar sem freguesia. Faz lembrar o estado, só que neste caso há opção. Não sei se tenho lá para trás fotos comprometedoras ou não, nem é essa a questão, nem faço planos para ir ver, tenho um passado demasiado obscuro e agora não me dá muito jeito. Eu quero poder postar fotos de chavasquedo, caso acho que se justifique e mesmo caso não se justifique. Eu quero usar a linguagem que me apetece, quero ser livre a escrever, só assim isto faz sentido. Como isto vai deixar de ser possível a partir de não sei quantos mas também não me interessa, de Março, preparem-se que aqui a menina vai de vez para o Sapo, onde bastou mandar um email para me sentir em casa.

Ainda o que me põe doente

Fevereiro 22, 2015

Filipa

a minha chefA lançou agora uma lei que exige que os empregados façam mais uma hora por dia, todos os dias, porque o patrão quer que determinado tipo de coisas se façam antes do expediente. Não ofereceu contrapartidas, não se sai uma hora mais cedo, não vai para nenhum banco de horas, não é extraordinariamente pago.
Agora estou aqui na dúvida acerca de quantos dias de greve isto merecia, caso se passasse no público.

Também sofro com isto, só que um bocadinho mais.

Fevereiro 20, 2015

Filipa

Levo o sobrinho à escola, como sempre. Chegamos ao portão e observo umas movimentações atípicas, pais de boca aberta, o pânico instalado, agarrei na mão do puto, puxei-o para mim, não fosse rebentar ali uma guerra.

De manhã as aulas estavam asseguradas mas de tarde pediam o favor de ligar a ver.

Eu chego a meio desta directriz e pergunto o que se passa. Diz-me logo a senhora que há greve e, parecia que adivinhava, não somos obrigados a avisar.

Suspiro. Calma, Filipa. Olha os senhores do blog que depois te acusam de ser um mau exemplo para a criança. Conta até dez. Já está? Pronto, já passou.

Ligo à hora de almoço e ninguém atende. Ligo, ligo e torno a ligar e nada.

Decido ir lá e pergunto se o número está correcto. Diz que sim, mas não são obrigados a atender o telefone porque estão a trabalhar. 

Pessoas que prejudicam os outros com as putas das greves, sobretudo às que calham coladas aos fins-de-semana, pergunto:

E no cu, gostam?

 

Sofro com isto

Fevereiro 19, 2015

Filipa

O meu gajo vai dar comida à cobra, hoje é dia de ela comer, diz.
A tipa anda com pouco apetite, caga completamente no rato e mete-se debaixo da pedra onde está sempre, animal frenético.
O meu gajo, que teve a pesquisar, lembra-se que ela não aprecia ratos brancos, vai daí agarra no rato que tinha colocado no terrário, manda-o para o lixo, vai ao congelador, ao saco dos ratos e procura um preto.
Não tem, não faz mal, mete-se no carro e vai num instantinho ao shopping. Trouxe uma dúzia deles, já ficam.
Com o rato pelo rabo, anda ali a bailá-lo, de um lado para o outro, para a frente e para trás, a ver se a cobra anima.
Não anima, ele não desiste. 
Vai buscar uma cadeira à cozinha para se sentar que acha que vai demorar.
Quando sai da cozinha dá uma mocada no caixote do lixo, merda por todo o lado.
Enquanto aguça o apetite da bicha, olha aqui papa boa, nina, pega -a sério, não queiram saber mais acerca das conversas que ele tem com a piton- eu, com o puto para alimentar, apanho o lixo espalhado à pressa, não tenho sorte nenhuma.
Filipa, não está a resultar- não me podia estar borrifando mais, mas ele pensa que sim, que quero saber.
Deixa aí essa merda. Quando tiver fome, come. Reviro os olhos. Respiro fundo.
Janto sozinha com o miúdo, ele de volta da cobra.
Não resultou.
Deixou o rato preto numa ponta, a cobra na outra, totalmente alheia ao esforço hercúleo do dono para que se alimentasse, não achas que a cobra está mais magrinha? pergunta-me, perante a minha incrédula cara.
Foi tomar banho.
Sento-me no sofá a escolher um filme para o serão.
Sinto actividades suspeitas à minha volta.
Pelo canto de um olho vejo o rato preto no terrário.
Está morto.
Pelo canto do outro vejo os gatos a entrar na sala. A gata atrás do Guedes, que traz um rato na boca e sobe para o sofá.
Onde estou sentada.

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