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Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Quereides séries boas? Eu dou-vos séries boas. Outra vez.

Outubro 29, 2015

Filipa

Tenho de confessar, gosto de ver telenovelas e reality shows. E calha a emocionar-me com algumas cenas, sou uma frágil, uma cocó. É o momento em que os meus neurónios fazem ioga, estão ali ainda acordados, uns espreguiçam-se, outros movimentam-se, para a frente e para trás naquela bola gigante dos alongamentos, mas só naquela, mais ou menos em alerta, para qualquer eventualidade. São duas ou três horas de descontracção que lhes permito ter, tipo chá de camomila quentinho e com mel, estão a ver? De seguida vou para a cama de corpo e mente relaxados.

Por outro lado e em dias mais intelectuais, ou seja, em longos e calmos fins-de-semana em que estou sozinha em casa, também gosto de me dedicar ao "rebenta o sofá" cuja cova afunda de dia para dia. Gosto de dar uso às minhas coisas, que querem? E quando isso acontece, gosto de assistir a séries que, como em tudo na minha vida, não é tarefa fácil.

Para já, quanto mais me nego a ver uma série, mais gosto dela. Ou porque não gosto do titulo, ou porque não gosto do trailler, ou porque não gosto da música, não têm noção do que me pode fazer confusão, acreditem em mim. Regra geral, quanto mais resisto, mais me surpreendo. Tipo os legumes, mas ao contrário.

Depois há uma ou duas coisinhas a ter sempre em conta:

 

Ponto número um: Não me peçam para esperar uma semana para assistir a um novo episódio, epá, não dá mesmo. Quando chegar o dia, não me vou lembrar sequer que vi o episódio anterior, quanto mais que estou a adorar a série e porquê. Tenho de ter tooooodos os episódios e tooooodas as temporadas disponíveis, com boas legendas, imagens e som, senão cago logo no assunto. Gosto de ser eu a decidir quando é que a maratona acaba.

Ponto número dois: Cá nada de guerras medievais, de cenas adolescentes, fugas impossíveis, misturas de terror e comédia, nada de vinganças rebuscadas, de policiais mastigados, de vampiros, de mortos-vivos, de fugas da prisão, de histórias de encantar de tempos modernos, de séries de comédia, quem é que segue séries de comédia, por deus?, de gajos que comem gajos que afinal não morrem apesar de terem morrido em temporadas anteriores, advogados que em cada episódio têm um caso novo e, surpresa!, ganham sempre. Como vêem, não peço o impossível, só peço que a série seja interessante, possível e cativante. Nada assim muito por aí além.

Ponto número três: Tudo tem de me fazer sentido. Se há ali uma frase que me fica a bater, volto atrás os episódios que forem precisos até tirar dúvidas. Se as minhas suspeitas se confirmarem e se me sentir enganada, já não vejo mais nada. Se bobear, até fico ofendida. Não me enganem.

Ponto número quatro: A banda sonora é meia série. É como o perfume num homem. Um bom perfume num homem é meio fato. Borrifem o vosso gajo com Tom Ford (qualquer um) e depois venham cá dizer senão ficou tal e qual um pudinzinho flan. A banda sonora tem de nos fazer vibrar, saltar, fazer bater o coração, sobressaltar, tremer, sossegar, sentir quando algo de maior está a chegar ou quando a paz está prestes a poisar.

Ponto número cinco: Se decidirem prolongar a série, não demorem muito com a temporada seguinte. Vide ponto número um. Se demorar muito, para mim a série terminou ali. Se tiver gostado mesmo muito, vejo-a toda de novo.

Ponto número seis: Se a série não me prender até ao terceiro episódio, nem com cola zero desce, não vale a pena, passo à frente.

 

E é isto, como vêem nada assim de muito especial.

Depois de Orphan Black -o tempo que eu andei para ver isto, que parva- andei algum tempo à deriva. A fasquia era altíssima, a séria é fantástica -parece que está para sair nova temporada- premiada até mais não, quando, sei quê nem porquê, tropecei nisto:

 

G1.jpg

 

e meus amigos, nem sei o que vos diga, uma pessoa quer ir fazer o jantar, quer ir plantar um coentro, quer ir domar uma Chinchila, mas não consegue tirar os olhos desta gente toda, isto é tudo pessoal da pesada, escusado será dizer que meu coração pende para o lado mau, e nele guardo um cantinho especial para Oswald Cobblepot, que é como quem diz o Pinguim, que todos conhecem, que só está bem a fazer mal, mas que no fundo, no fundo é um incompreendido e só precisa de colo. Esta é a cidade de Batman -Bruce Wayne-, antes da sua existência como super herói. Aqui é o início da sua história, em criança, quando os seus pais foram assassinados.

Em cada episódio há um crime diferente que converge para os criminosos do costume, rivais, que tomam conta da cidade e que por sua vez e de alguma forma, surge ali um elo de ligação com o assassinato dos pais do moss.

Pá, vejam e oiçam.

Há é um problema.

Íamos muito bem lançados na primeira temporada, com 22 episódios, quando reparo que a segunda ainda está a dar... e vai no sexto episódio...

Estava eu a tentar arranjar soluções para este gravíssimo problema, quando:

 

bates-motel1.jpg

E, bolas, uma pessoa quase que dá cabeçadas na parede, daqui a nada despeço-me, divorcio-me e dedico-ma a isto de ver séries, comer batatas fritas e beber cola zero, é que me sobra muito pouco tempo para o que quer que seja.

Um gajo vai pesquisar, deixa cá ver o que é isto, aquele madié tem um ar um pouco estranho e pumba!, a série é um prelúdio do filme Psycho de Alfred Hitchcock. Como se isso já não bastasse, Norman, filho de Norma, protagonista, tanto tem um ar de maluquinho de arroios que nem um autocarro cheio de gente eu gostava de partilhar com aquele louco, como tem um ar de anjinho a quem apetece oferecer uma sopa de feijão encarnado com hortaliça e um bocado de pão alentejano. Não gosto dele, nem da mãe que é outra doida. Na verdade, não há ninguém normal nesta série. Pensando melhor até há: a cadela que Norman empalhou e que só ele vê viva e com quem interage. Era o hobby de Norman. Arranjar animais vivos para os abrir, retirar as entranhas, para depois os eternizar e assim embelezar a casa da mãe.

Adoro esta série.

 

Leio por aí coisas destas e esbugalho bué os olhos #7

Outubro 28, 2015

Filipa

"Falares em não comer plantas pq estas tb sofrem aí já acho que seja entrar em fundamentalismos. Primeiro pq o animais q tu comes, alimentam-se de plantas. E segundo, porque apesar de serem seres vivos, lindos e também respeitáveis, como toda a natureza, não têm olhos, filhos… Não podemos de todo comparar um alho francês a uma vaca."

"Olá Isabel :) é verdade! Uso sim, tenho imensas coisas em pele. Não pêlo… Mas pele"

 

Estava aqui um bocado sem nada para fazer, fui dar uma volta à blogoesfera e em boa hora o fiz, fiquei logo com outra disposição.

Este post em questão visa explicar o porquê da blogger ser vegetariana, coisa que percebi logo: a blogger não come carne porque não suporta as condições em que os animais vivem, nem como são tratados desde que nascem até chegarem aos pratos de quem come carne todos os dias -não, não fala dos peixinhos- mas não dispensa as imensas coisas que tem em pele. Atenção, em pele, em pêlo é que não, Deus nos livre.

Alguém foi lá defender as pobres plantas, coitadinhas. Alto lá, as plantas não contam, que é lá isso? Que vem a ser isto de comparar um mero alho francês , essa coisa sem jeito nenhum, essa planta inútil, a uma Vaca, ambos seres vivos lindos mas que claramente estão em patamares distintos? Não pode, pois claro que não.

Primeiro porque os animais alimentam-se de plantas -tal como nós nos alimentamos de carne...?- e depois porque são lindas, cheirosas, coloridas, mas...-cabrão do "mas", que estraga sempre tudo, até literatura florida, raisparta o "mas"- não têm olhinhos e se não têm olhinhos, não contam, paciência. Só contam as plantas com olhinhos, essas é que não podem ser comidas pelos animais que também não podem ser comidos pelas pessoas más -que devem ter olhinhos e filhos, senão também correm riscos-, mas só se também tiverem olhinhos e crias. Senão, já eram.

Bifes.

Porra, que agora até fiquei zonza. Tão zonza que me ia esquecendo de dizer que a Maybelline, maquilhagem amplamente difundida pela blogger, testa os seus produtos não nas plantinhas zarolhas e estéreis, não nas pessoas, mas nos animais.

Shiuuu. Agora calem-se.

 

o leitor pergunta, não me resta mais nada senão responder I

Outubro 26, 2015

Filipa

 

"Senhora professora, uma dúvida:
O que é que é melhor?
Aplicar um creme de merda (como tu dizes, os de supermercado e tal) sempre, todos os dias
ou
Aplicar um creme bom mas bom, só às vezes, tipo 3x por semana?"

 

Pergunta a Luciana e peço desde já desculpa se em alguma altura foi esta a ideia que passei, nunca foi essa a minha intenção. Não me ando aqui a pavonear-me com marcas caras a dizer que elas é que são boas e as outras não prestam, nada disso.

Como já disse em posts mais antigos, tempos houve em que só tinha dinheiro para cremes de supermercado, um da Loreal, nem sequer me lembro da linha nem do nome, e adorava, achava que a minha pele andava fantástica e maravilhosa. Por outro lado, já usei isto:

 

white_caviar_illuminating_moisterizing_cream_95790

 

e odiei, tive que o dar, chegava a meio do dia e podia fritar dúzias de rissóis e rabanadas na testa.

Nunca disse que determinado creme é um creme de merda. O que já disse foi que determinada marca é uma marca de merda -a Clinique, por exemplo. Não porque não tenha lá a sua qualidade, mas porque o seu valor a supera. E muito. 

Outro exemplo que vos deixo. Usei um sérum da Lancôme há uns anos, durante muito tempo. Até ao dia em que cheguei a uma perfumaria para o recomprar e foi-me dito que aquilo afinal não era um sérum, a marca afinal tinha mudado de ideias, pensou melhor e agora aquilo era um creme. Ora merda para isto, uma pessoa anda a ser enganada um porradão de anos, não se faz. Isto é outra marca de merda.

Há é o creme certo para cada tipo de pele, independentemente do preço e/ou marca e é sempre preferível usar um creme, ainda que mais baratinho mas com as características certas para o nosso tipo de pele, TODOS OS DIAS, DE MANHÃ E À NOITE, do que um "bom" e menos vezes. 

Ninguém precisa de comer apenas três vezes por semana, de beber três vezes por semana, de se proteger do sol três vezes por semana, de tomar banho três vezes por semana, de lavar os dentes três vezes por semana. A pele é um órgão, o maior de todos, só que está à mercê de tudo, inclusive de factores internos que conseguem ser tão ou mais agressivos do que os externos. Cabe-nos tratar dela o melhor que podermos e conseguirmos, mais por uma questão de saúde do que propriamente por uma questão de futilidade ou vaidade.

A pele TODOS os dias precisa de ver a sua hidratação retida -desenganem-se: a hidratação vem mesmo da água que bebem. BEBAM!, todos os dias precisa de protecção -o sol passa facturas com efeitos retroactivos e com juros altíssimos, todos os dias precisa de reparação e nutrição, todos os dias a pele precisa do seu filme protector reposto.

Posto isto, ámen aos cremes de supermercado, ámen aos cremes que as vossas carteiras ou as vossas prioridades permitam comprar. 

Entendam que eu é que não vos posso falar de cremes que não conheço. Conheço meia dúzia de marcas porque AS COMPRO e não me importo de as partilhar convosco porque funcionaram COMIGO, e às vezes outras que funcionaram com pessoas que me são próximas, com idades e peles diferentes. Gostava de vos ajudar a encontrar produtos que fossem acessíveis a todas vós mas não me é possível porque eu só sei quais os que funcionam comigo, não sou de fazer grande experiências e sou fiel ao que me agrada.

Respondi à Luciana no post, mas com receio de estar a passar a ideia errada, decidi passar o comentário a post. Estou sempre disponível para esclarecer qualquer dúvida que vos surja, não quero cá freguesia com dúvidas.

 

(porra, que isto quase que parecia um blog sério)

 

fui ali

Outubro 23, 2015

Filipa

a um sítio e como haviam muitos produtos a acenarem-me e a dizerem-me "uhú, filipa, estou aqui", e como lá em casa o meu cosmetic closet -um dia destes mostro-vos- jà estava a ficar com o stock a um nível preocupante, que é como quem diz, já não haviam muitos, decidi encher o meu cosmetic car com estas coisas mais boas.

Se vos vou falar delas?, talvez. Se forem boas meninas, se disserem como sou simpàtica e boa onda, se disserem que sou uma boa alma e emano altruísto. Ah!, e que não me engano nos acentos, que quando os baralho è de propòsito. 

Và, apreciem là:

comprinhas.jpg

 

Pá, não consigo compreender. Mas tentei e isso lá terá o seu valor.

Outubro 22, 2015

Filipa

 

Desde o ano passado que a minha vida tem sido fértil em guerras com a meo. Se o meu puto não me tivesse dado cabo da Canon espetava-vos aqui fotos bem boas das catrefadas de papeis fruto das reclamações que fiz, sendo que a maior parte delas foi mesmo devido à insistência que esta empresa mostra em contratar as pessoas mais incompetentes do país. Nada contra, alguém tem de pegar nelas, isto é ter amor ao próximo, é ser cristão e mais uma data de merdas, mas o que me revolta é que estes seres incompetentes mostram gosto em sê-lo e gozo em atravessarem-se no meu caminho. ora, dá-se o caso de uma pessoa já chegar azeda às lojas, já vai de lado e tudo, naquela de não perder o equilíbrio em caso de contacto físico, a expressão corporal mostra que somos capazes de os escalpar com a chave do carro, mas os pequenos cabrões lá estão, entretidos com qualquer merda que nos ultrapassa, de cabeça baixa e a teclar em computadores escondidos, e a pessoa ali fica, dias inteiros à espera, de senha na mão, com uma multidão à frente por atender e os incompetentes a resolver aquilo que os incompetentes resolvem: nada.

Quando finalmente chegava a minha vez, já só via vultos, o homem já tinha de me dar a mão e conduzir até ao balcão, e enquanto eu berrava o que ali me levou, já ele estava a misturar um pacotinho de açúcar num copo com água EU NÃO QUERO ÁGUA, EU QUERO FALAR COM ALGUÉM QUE ENTENDA PORTUGUÊS!! Dizia, prestes a ter um colapso nervoso. Invariavelmente, era sempre o  meu gajo a beber a água com açúcar. No fundo, este sempre foi o meu grande problema com a meo: nunca consegui comunicar com ninguém porque, em três anos, nunca me calhou uma única alma que não fosse analfabeto.

Uma pessoa desiste de reclamar para a PT e para a ANACOM e percebe o porquê dos funcionários serem assim. Tudo tem a sua razão de ser, afinal.

Passa para o que considera o lógico seguinte, a DECO. Como só dão indicações a associados, uma pessoa faz-se associada. Depois pede indicações e voilá, tudo legal, não podem fazer nada e uma pessoa pensa que está sozinha, está num barco maior do que a arca de Noé, onde os bichos são estas empresas todas e nada mais lhe resta do que anestesiar-se a ela própria e deixar os bichos levarem o barco até onde lhes apetecer. Mas não sem antes cancelar a assinatura lá da DECO. Se aquilo nunca lhe foi útil, vai pagar  para quê?

Hoje vejo que a DECO quer, por vias de um abaixo assinado, lutar com o consumidor, contra uma série daquilo a que considera ilegalidades, sobretudo ao nível da refidelização, a minha maior luta de sempre. MAS (sim, sempre MAS), o consumidor tem mesmo de se tornar associado, lamento. 

Agora estou para aqui dividida sobre quem é mais espertalhuço, se a DECO, se a MEO.

Lá está, eu bem tento compreender esta merda toda, mas não consigo, não vale a pena.

 

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