Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Por motivos, ainda não foi desta que virei o ano em NY.

Não se pode ter tudo e no último mês de 2015 surgiu uma coisa de carácter urgente e, parecendo que não, há prioridades, cedências têm de ser feitas e mais uma vez NY ficou para trás, para o ano quem sabe? 

 

Maneiras que agarrei no homem, numa garrafa de champanhe e ala ver os fogos, imaginem o cenário e percebam como toda eu fervilhava de romantismo: fogos de artificio rebentando em forma de coração atrás de nós enquanto nos beijávamos e eu levantava o meu pé direito, calcanhar em direcção ao rabo, ao mesmo tempo que ele me agarrava pela cintura para depois, cabeça com cabeça, assistirmos ao resto do espectáculo de lágrimas nos olhos, pedindo ao alguém que anda lá em cima a brincar com esta merda toda que a cada estoiro, o nosso ano fosse isso mesmo: cada mês, cada estoiro de bom, de feliz, de saúde e de tudo o que eu acho que todos merecemos. Todos mesmo que nestas alturas não há cá lugares para ódios nem rancores.

Primeiro fomos para a nossa zona mas Cascais está velho. Tudo sentadinho nos bancos de mantinhas nos joelhos, tudo virado para a praia escura como a merda à espera dos fogos, aquela roda gigante ridícula sem jeito nenhum, carros estacionados até à quinta casa, pá, aquilo começou a ferver-me o nervo, andor para Lisboa e em boa hora o fiz, correu mesmo bem, ora reparem:

-Duas horas para deixar o carro no bairro alto, o bairro mais nojento do mundo. Daí à praça do comércio é um pulinho a pé, começou logo aí a minha disposição para o amor, para o romantismo e o caralho.

-quando lá cheguei ia-me cagando toda com a possibilidade de o mundo estar a acabar e o único barco que havia de salvar meia dúzia de nós estar prestes a chegar. Eu a pensar que ir ver os fogos era programa mais que ultrapassado e vai-se a ver e 150 mil pessoas tiveram a mesma ideia, só românticos, todo um Portugal na praça do comércio a ver aqueles três minutos de barulho ensurdecedor. Tanto que ainda agora não oiço a mais nova a chorar.

- Depois nem queria acreditar na música que me ia fechar o ano, quem é que merece que o ano lhe acabe ao som de Luís Represas? Se fosse a música da abertura do novo ano já estava eu aqui a banhos de sal com medo do que aí estava por vir.

-fumei um charro por interposta pessoa. Tinha uma casal ao lado em que o elemento masculino chorava copiosamente com o espectáculo pirotécnico enquanto detinha o seu braço esquerdo em cima dos ombros de sua dama. Sucede que na mão desse mesmo braço residia um charro, mas um senhor charro. Um senhor presidente charro. Um charro que, se passado pelos 150 mil, ainda sobrava para os mitras do Bairro alto que ajudavam ("ajudavam" ah ah ah que engraçada que hoje estou, para o que me havia de dar) o pessoal a estacionar. O gajo tinha ali charro até ao último dia de 2016. E agora a melhor parte, quem é que estava mesmo ao lado, coladinha a este casal maravilha, quem era? eu mesma, pois claro. Fiquei com uma broa tal que me perdi do meu gajo e nem quis nem saber. Agarrei-me a um matulão de metro e noventa e se não fosse o telemóvel a vibrar insistentemente no bolso das calças, a esta hora estava, provavelmente, a caminho da Ucrânia, a ser vendida à peça.

-a juventude de hoje em dia é uma merda. São  mal educados, não respeitam nada nem ninguém, atropelam toda a gente, crianças, velhos, mais-ou-menos velhos -eu-,tudo à frente que a juventude tem pressas. Eu tinha vergonha que um filho meu se portasse assim em público, enchia-o de pancada, de cinto nas costas, de cadeira no lombo, de pontapés na cabeça. Os pais de hoje são uma merda que não educam os filhos porque têm mais que fazer. Acham que devem delegar a educação talvez, digo eu, a eles próprios ou aos professores que não gostam de ser avaliados, e depois saem-me estes trolls que levam tudo à frente e por "tudo" entenda-se uma Filipa num chão cheio de vidros, cheio de cerveja ou lá o que era aquela merda, de pessoas que quase a esmagavam, que as pessoas, quando termina uma passagem de ano tendem a portar-se como se de manadas de elefantes a fugir da savana em chamas se tratassem. Felizmente que estava sóbria dos nervos o suficiente para ter reconhecido a fuça da bêbeda que a mandou ao chão porque estava com pressa para qualquer coisa bué importante como, errr... ir ali, e dar-lhe duas boas educações de cinco dedos cada, que lhe deviam ter sido dadas em casa. Por isso, minha menina que no dia seguinte acordaste com a tromba a ferver com uns belos dedos marcados, fui eu, aquela criatura que parecia possuída, que te enchi a tromba de chapadões. Manda aí o número da tua mãe que tenho aqui mais para ela. Soube mesmo bem, fiquei logo com outra disposição. Apesar de toda cortada, a sangrar e a cheirar a bêbeda.

-o meu gajo não pode comigo. Pedi-lhe, pega-me lá ao colo que eu quero ver se o fogo do lado de lá do rio é melhor do que o nosso e o gajo pegou e daí a um segundo, ai que não aguento, ai que não posso. Então ao menos põe-me às cavalitas, pronto. Ai que me dói o pescoço, ai que não posso. Opá, assim não vamos a lado nenhum, já o avisei, ou vais para o ginásio ou então não sei. É que nenhuma das minhas resoluções de 2016 passa por fazer dieta.

-pousei a garrafa do champanheco no chão para colocar o telemóvel na mala e quando me baixo para a apanhar pimba!, roubaram-me a puta da garrafa. Isto tudo ainda ao som de Luís Represas, han?, atenção, um mal nunca, mas nunca vem só.

-não ouvi a contagem, gosto sempre de contar do dez ao zero porque tenho sempre dez cenas a pedir para todos os que amo: saúde, saúde, saúde, saúde, saúde, saúde, saúde, saúde, saúde e saúde, mas este ano não houve cá contagem para ninguém, ou se houve, olhem, estava cá demasiado concentrada em manter-me com os pés bem assentes no chão para prestar atenção a contagens. Tinha o rio à minha frente, não podia facilitar. Mais!, se não fosse o meu gajo a puxar-me para o lado (estúpido que até me aleijou no braço, fartinho de saber que ao mínimo toque fico logo toda negra), haviam de saber de mim pelo programa do Goucha, porque a esta hora estava eu toda fodida, numa cama de um hospital qualquer -provavelmente e porque eu em certas coisas tenho imensa sorte, o de amadora-sintra, que havia de aproveitar a minha estadia para me sacar um rim ou assim- porque do meio daqueles milhares de pessoas completamente ensandecidas com tamanho fino reveillon, brota uma ambulância do chão com marcha de urgência assinalada -já eu estava surda dos fogos- com o objectivo de...pois, não sei, à frente, só rio e fogos e gajas bêbedas muito concentradas a enfiarem-me os cotovelos nas costelas, maneiras que o meu gajo lá me puxou mesmo a tempo de eu não apanhar boleia da ambulância pelos piores motivos, sempre queria ver quanto tempo íamos demorar a atravessar a praça do comercio toda. É que o pessoal bêbedo ouvia as sirenes da ambulância e devia pensar que era a roulotte dos couratos, até se mandavam para debaixo dela, só visto. 

- a esta hora já o Luís Represas -que ninguém sabia muito bem o que é que tinha ido ali fazer. Nem ele próprio- tinha dado ao slide e apercebo-me de um reggae, assim como que ao longe. Foi a gota de água. Mais do que na hora de acabar com aquela palhaçada toda, metemo-nos a caminho. Inverso. Ou seja, tivemos a mesma ideia que aproximadamente 145 mil pessoas tiveram. As cinco mil que aqui faltam, eram os gajos que estavam a apanhar as canas, as gajas bêbedas a dormir no chão, os dois polícias que vi durante toda a noite, os gajos da ambulância e acho que não me estou a esquecer de ninguém.

- finalmente chegamos ao carro e hora e meia depois entro em casa.

- vejo que o meu gajo, o mesmo cabrão que me deixou o braço todo negro porque não lhe bastava tocar-me no ombro e apontar para a ambulância, não, tinha de deixar a sua ideia bem vincada ao agarrar-me no braço com aquela mãozorra-martelo pneumático, não fechou os cães.

vejo que o meu Zé me comeu o carregador do mac que estava na tomada enquanto este carregava.

momentaneamente deixo de ver o que quer que seja e começo a ver uma luz lá ao fundo.

afasto-me dela à medida que o meu gajo me diz que o computador está bem, não se passa nada com ele.

volto a mim.

tento mandar o cão contra o muro mas o meu gajo agarra-me pelo braço. No que não estava negro.

 

Dia 02/01/2016:

 

92 euros por um carregador.

Doeu-me tanto que o vendedor até pediu desculpa. Mais do que andar aqui com os dois braços negros.

 

este ano promete.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


44 comentários

Sem imagem de perfil

De Be a 04.01.2016 às 09:46

ahahahahahahah
Diz-me que parte disto não é verdade. Pelo menos a parte do Luis Represas...

Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 09:55

Tudinho, pá.
E havia mais que eu quando vou lançada, jesus, mas achei melhor abreviar não fosse dar-se o caso do post ficar muito longo ; )
Sem imagem de perfil

De Outro Ente a 04.01.2016 às 10:29

A partir daqui, é sempre a subir. Feliz ano novo Filipa!
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 11:40

Sempre em frente!
Beijinho e bom ano :))
Imagem de perfil

De Home Sweet Home a 04.01.2016 às 10:45

a serio que esbofeteaste uma gaja bebeda na passagem de ano?
Já gostava um cadinho de ti... agora és a minha heroina...
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 11:39

Pois claro que foi a sério, não brinco em serviço. Qué lá essa merda de me estragar o cromado?
Imagem de perfil

De Home Sweet Home a 04.01.2016 às 11:52

a-d-o-r-o!
tanta gente que merece.... então no metro é todos os dias que surgem desses casos.. é pessoal novo, velho, assim-assim...
Sem imagem de perfil

De Entre Dias a 04.01.2016 às 10:59

Espero mesmo que no fim disto tudo tenhas acordado desse pesadelo horroroso! Depois disto 2016 tem tudo para ser espectacular (pelo menos em comparação).
Bom ano :)
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 11:38

Só pode ser espectacular :)))
Bom ano!
Sem imagem de perfil

De Isa a 04.01.2016 às 11:11

Tiveste o fim de ano dos meus sonhos, se nos concentrarmos só naquela parte dos bofetões. Até aguentava com o resto, caso os deuses me proporcionassem uma passagem de ano assim.
O Represas foi pra Lisboa, que a malta de Cascais fez um abaixo assinado a impôr essa condição à organização das festas. Dizia-se, no dito " palavra d'honra qu'a gente não aguenta mais. É porem aqui o Represas e nós pomo-vo-zos no caraças da roda gigante, de cabeça pra baixo, com o fogo de artifícil a brotar-vos do ânus. Por nós tudo bem, vejam lá é se vocês alinham".

Grande texto. Havias de participar naquilo da vaca Mu-Mu.
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 11:36

Ó Isabel, antes de te fazer a pergunta que me anda a desassossegar há imenso tempo -e tu sabes como sou quando me desassossegam- o que queres dizer com "grande texto"? Antes que comeces com as tuas merdas do costume, adianto já: grande no sentido longitudinal da coisa ou grande no sentido épico, hmn? É que isto vai definir o sítio para onde te vou mandar.
Sem imagem de perfil

De Isa a 04.01.2016 às 12:12

Como é que isso e anda a desassossegar há imenso tempo, se só agora é que to disse, é daquelas coisas que vou guardar na caixinha do "deixa lá e segue em frente" do meu raciocínio, em virtude de, seguramente, a resposta servir só para ocupar mais espaço.

As duas coisas. Sendo que 'épico'.. vá, nada de exageros.
Está bom.
Bom +.
Pronto.
( Não esquecer que, seja lá pra onde for que me mandes, já podes ter ido tu. E a gente não quer cá conflitos de presença. Vê lá isso).
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 12:20

És estúpida, estás a ver? Era escusada toda esta exposição perante todo este auditório que a esta hora está a bufar por todos os lados derivado do tamanho desta porra, mas és uma burra estúpida. Além de parva de merda.
A questão que me anda a desassossegar há imeeeeenso tempo -dois dias para mim é uma eternidade, já devias sabê-lo- não foi merda nenhuma que tenhas inventado mas sim a questão que tarda nada está no jornal das oito:

Quem caralho é a puta da merda da vaca mu não sei quê?
Isto anda-me a consumir.
Magrinha como sou, daqui a nada desapareço.

Podes ir para...xa cá ver um sítio para onde nunca te tenha mandado ir... para... hmn... a merda?
Sem imagem de perfil

De Isa a 04.01.2016 às 13:31

Logo vi. ' À merda'. Exactamente pra onde te encaminhei.
Porque me fizeste tão gira, ó pai do céu, que tudo o que faço esta gaja imita.

(Inspirar.Expirar.... Ooooouuuummmm... Calma. Verde. Campo. Malmequer a olhar pra solinho bom... isso.. florinhas ... tá quase .... inspira ... expira...)

Desgovernada! Quando eu disse 'grande texto', estava a referir-me ao teu, ó desnutrida das idéias! Logo, seria expectável que tivesses percebido, e não misturasses a porra dos alhos com o caralho dos bugalhos, né?
E depois veio-me à ideia que podias participar lá naquilo da vaca, exactamente porque o teu texto está bom+. Foda-se que já tive diálogos mais assertivos com gente do Uzbequistão, e nem eu falo Usbeque, nem eles Português, Inglês, Espanhol ou Francês, e a gente lá se entendeu, puta da minha vida!

Aquilo da vaca Mu-Mu, pareceu-me ser uma historinha em que participam vários bloggers, não sei, não li tudo, deu-me o sono, que era tarde. Não percebi se era um par de bloggers imbuídos de espírito pirata, contra outros imbuídos de outra coisa, ou se simplesmente cada um pega na história onde o outro a largou. Sei que está giro, que há uma vaca e um cozinheiro que ( achei um piadão a isto) de nome tão estranho, "ninguém o consegue escrever igual duas vezes".







Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 13:41

Lá está: ES-TÚ-PI-DA.
ES

PI
DA

E
S
T
Ú
P
I
D
A

EST
ÚPI
DA

ESTÚ
PIDA

do caralho, ainda por cima.


Já não estou a falar da minha obra mais prima há um colchão, deixa de ser abrunho, muito gostas tu de fazer figura de otária em público. És tu e a Ivete, deixa essa merda para a intimidade, foda-se.

Eu perguntei-te pela vaca, por causa de que as almas gémeas reconhecem-se, tás a acompanhar-me? Maneiras, quem melhor do que tu para me falares de vacas?


(não, não vou ler, porra, aí é que se me ia o sistema nervoso para as balalaica, tenho trezentos e tal dias deste ano pela frente, deixem-me trabalhar!)
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 13:41

Colhão*

(o meu pc é extremamente bem educado. óptima compra)
Sem imagem de perfil

De Isa a 04.01.2016 às 13:52

Ahhhh.. tá. A orca é que se esquece que ninguém está dentro da sua cabeça, passa de um assunto para o outro como se fossemos adivinhos, e a otária sou eu. Tá.
Olha, à merda, que tou farta de te aturar e mais às tuas práticas bullyiescas. De facto, e pensando bem, pró caralho. Pronto.

E se sou vaca, sou uma vaca sagrada. Da índia. Sou intocável, sua lontra. Cuidado com o que dizes de mim, que dá direito a cadeia.
(Não leias, quero cá saber).
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 13:54

Queres que te bloqueie, Ivete?
Sem imagem de perfil

De Isa a 04.01.2016 às 14:06

Preferia que te mandasses a um rio, Daniel..
Fundo.
Largo.
Pra tu caberes nele.

(Longe da população, por causa das inundações).
Sem imagem de perfil

De Mirone a 04.01.2016 às 11:27

Olha, nem sei o que te diga, senão que fico cada vez mais feliz por não ter visto fogo (ainda que o pranto de Madalena arrependida da Mironinho, quando às duas da manhã me perguntou pelo fogo e eu lhe disse que não ia haver fogo, fosse perfeitamente dispensável)
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 11:42

Estive quase a levar o meu João, foi mesmo por uma unha negra...imagina...
Sem imagem de perfil

De Mirone a 04.01.2016 às 11:46

Só vi o fogo no meio da confusão uma vez, Madeira. Nos últimos anos, com ou sem Mironinho, tenho optado por passar em hotéis e é o melhor que faço.
Sem imagem de perfil

De Troll a 04.01.2016 às 13:10

Opá! O que eu já me ri... espero que o relato esteja um pouco 'exagerado' porque, se foi mesmo assim... bem, um resto de 2016 muito, muito melhor!
Ainda bem que o meu homem não me dá ouvidos quando proponho a passagem de ano na rua, no Terreiro de Paço
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 13:14

Caraças, pá, mas porque é que ninguém me leva a sério???

Não está nada exagerado...bom, talvez os 150 mil marmanjos a ouvir o Represas esteja um pouquinho assim a modos que coiso, mas aí a culpa não é minha, os números são da câmara municipal de Lisboa :)))))))))
Sem imagem de perfil

De Uva Passa a 04.01.2016 às 13:36

Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha
BRUTAL!
Tenho cá para mim que este ano é que vai!
Bom ano e cá mais cinco se ainda não te tiver caído o braço!
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 13:43

Estão cá os dois, Uveca, que eu sou dura na queda.

Bom ano para ti também, minha passinha preferida e um ganda beijo a acompanhar.
Sem imagem de perfil

De NM a 04.01.2016 às 14:08

Ahahahahahahahah ahahahahahahahah ahahahahahahahah Filipa Brás... Ahahahahahahahah Eu que sou uma jóia de moça hei de ir para ao inferno por tua culpa que só me fazes rir do mal... Já não me ria assim desde que contaste aquilo da tua chinchila bebé ter quase morrido aos dentes da própria mãe...

(Por falar nisso, como está Baby Rita?)
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 14:18

Tu riste-te dessa desgraça?????

Não mereces o teu próprio cocó!!

está óptima. Grande e gorda, prontinha para o freezer e mais tarde, comidinha para a cobra :)
Sem imagem de perfil

De NM a 04.01.2016 às 14:24

A culpa é tua que quanto maior é a desgraça mais piada tens a escrever...
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 14:29

Ainda não contei eu o dia em que te conheci...
Sem imagem de perfil

De NM a 04.01.2016 às 16:43

Ai que piada.
Imagem de perfil

De Me, myself and I a 04.01.2016 às 14:09

Hilariante a tua descrição do começo do novo ano! Espero que tudo corra bem!
Imagem de perfil

De Filipa a 04.01.2016 às 14:18

:))

Vai correr.

Bom ano!

Comentar post


Pág. 1/2






Header gentil e adoravelmente cedido pela

Gaffe