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i) ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel, ChaNel.

Boa?

 

ii) Dizer que se usa ChaNel nr. 5 para desenjoar de outro aroma igualmente intenso, é o mesmo que dizer ai, vou comer ali uma chispalhada para desenjoar esta feijoada que estava cá com uma classe que nem te digo nem te conto.

 

iii) parece que afinal o teatro não foi parido na Grécia. O ministério da administração interna lançou um comunicado a dizer que este nasceu no Egipto, com celebrações em honra de Faraó e sua divinização. Em letras pequeninas, daquelas difíceis de ler e que trazem sempre chatices apensas, dizem que regressando um pouco ao passado, mal começou o desenvolvimento do homem, nasceu o teatro primitivo que mais tarde evoluiu para danças miméticas.

 

iv) Os cientistas mais conceituados do mundo vêm finalmente esclarecer que não, não foram os romanos que inventaram a maquilhagem. Pedem inclusive cautela e caldos de galinha: parem de culpar os romanos por tudo o que acontece no mundo, ok? Só falta afirmarem que foram os romanos que inventaram o btt.

Um cientista em particular, o mais conceituado de todos -não me peçam nomes, bem basta o tempo que perdi a escrever esta merda toda- veio agora esclarecer que já na pré-história se usava maquilhagem em cultos e rituais. Os egípcios, alguns -poucos- anos antes de JC andar com a cruz dele às costas -amigo, todos temos a nossa, olha a minha...-, bombavam na make como gente grande e inventaram aquilo que para muita gente é o must have, o khol. Mais tarde é que estes grandes malucos trouxeram os cosméticos para a Europa e é aí que a Grécia entra.

 

v) O preço dos perfumes nos Duty Free já não são o que eram. Sobretudo com os descontos que as perfumarias agora passam a vida a fazer. Aliás, banalizaram de tal forma os 20% de desconto que o cliente já entra a perguntar por eles. Por isso podem contar com preços praticamente iguais. Bom, não é?

 

vi) não existe tal coisa como "casaco Channel". O que existe é isto:

 

"A história da jaqueta Chanel começou com a invenção do tailleur no início da década de 1950. Esta peça de roupa moderna, confortável, combinando elementos masculinos e femininos, foi a resposta de Gabrielle Chanel ao estilo da década de 1950, o qual ela considerava muito restrito e não adaptável para a vida das mulheres.

"Um tailleur Chanel é feito para uma mulher que se move", disse Gabrielle Chanel, acrescentando: "Eu realmente me preocupo com as mulheres e queria vestí-las com roupas que a fazem sentir-se se sintam à vontade, roupas que elas possam usar para dirigir um carro, mas que ainda enfatizem a feminilidade". Foi um sucesso imediato, e o tailleur junto com sua jaqueta se tornaram itens essenciais nos guardas-roupas das mulheres, o sinônimo de liberdade e elegância casual.
A jaqueta, usada com uma saia wrap-around, é única, inspirada nas tradicionais jaquetas masculinas austríacas. Esta jaqueta em tweed, um dos tecidos da assinatura de Mademoiselle Chanel, foi inventado como uma segunda pele: reta, estruturada, com fecho de borda a borda e sem ombreiras ou entretela rígida.

Para conciliar flexibilidade e caimento, a frente da jaqueta é cortada no tecido, sem traços no busto. A parte de trás é cortada da mesma maneira, simplesmente separada por uma costura no centro. Painéis laterais e verticais aderem à frente e à atrás. A manga, cortada no tecido, encontra o corpete na parte superior do ombro. É ligeiramente inclinada com traços no cotovelo para seguir a forma do braço para dar a facilidade de movimento e conforto. Para garantir a perfeita liberdade de movimento, Mademoiselle Chanel tirava as medidas dos seus clientes, com os braços cruzados e mãos apoiadas sobre ombros. O forro de seda da jaqueta é cortado com os mesmos critérios para garantir conforto.
A corrente delicadamente costurada na parte de baixo da jaqueta garante que ela tenha um caimento impecável. O aspecto gráfico é enfatizado pelo adorno (trança de gorgorão, malha, etc.) que define o contorno da jaqueta, as bordas dos bolsos e os punhos. Os bolsos são colocados para tornar fácil o ato de deslizar as mãos. O revestimento é feito com botões de bijoux - estampado com cabeça de leão (o signo astrológico de Mademoiselle Chanel era Leão), trigo, camélia ou o logotipo duplo C .

Reinventada a cada estação, a jaqueta tornou-se um dos elementos icônicos Chanel. "De verdade, a jaqueta Chanel é inspirada na jaqueta masculina tradicional austríaca. Coco Chanel inventou um tipo de roupa que não existia nesta forma exata e isso é uma conquista que ninguém pode tirar dela. É um dos símbolos que definem o estilo Chanel". Como Karl Lagerfeld disse: "No mundo da moda, algumas coisas nunca saem de moda: calça jeans, uma camisa branca e uma jaqueta Chanel".

 

Dizer casaco Channel é como dizer...sei lá...brunch composto de bifana com alho e em carcaça, uma média e uma café com cheirinho.

 

Não me fodam, pá. Estejam caladas, sejam poetas.

 

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A Rita morreu e não consegui explicar ao miúdo porque é que ela tinha de ficar fechada num saco até hoje, dia em que a iremos enterrar no jardim.

 

Seja de que forma for, nunca hei-de conseguir lidar com a morte de maneira adulta.

 

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