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Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Eu, o meu cérebro e um muro no meio.

Maio 16, 2016

Filipa

Mal sabem vocês que vou tirar mais um curse.

Não perssebo mesmo porque é que não passo de uma mera empregada doméstica. Nos meus sonhos sou socióloga, mas já diz Prust que o sonho comandá vida, né?

Quer dizer, eu gostava de tirar, mas a Filipa diz para quê, mulher, pega lá mas é este esfregão e esta garrafinha de sonasól que o poliban precisa de ser esfregado. E eu arrezigueno-me porém não me comformo-me por causa que eu tenho capacidades congnunitivas para muito mais do que alimpar, esfregar e tirar pelos dos ralos das coisas. Farta de ralos na minha vida que pelos já não tenho. Felismente que a net me deu a conheçer coisas boas e a dora, daquela depilassão estranha, foi só uma delas. Vocês, que me apoiam e me carinham, são as outras todas. Em vez disso marcou-me uma consulta de psiquiatria. Diz ela que isto já é de mais, onde é que já se viu uma assalariada das limpesas com tanto estudo? Daqui a nada não avia dinheiro que me paga-se. Que com uns comprimidinhos e umas gotas isto ia ao lugar.

A primeira vez lá fui, a patroa manda, o passe tá pago, que remédio. Mas aviso já que não vou mais! Ela ainda não sabe, vocês já sabem como é que ela é. Um feitiuzinho deus pai, virgem nas alturas, niguém lhe pode dizer nada, escurraça logo as pessosa, ainda me escurraça a mim também, ou faz posts a gozar comigo e eu, como não tenho estofo para isso, ainda fexo o blog e acabasse o único escape que tenho na vida.

E não vou porquê? Porque na única vez que fui, chiguei ainda eram umas trêz da manhã e já haviam 250 pessoas á minha frente e eu pensei logo: foudasse, não vou chigar a tempo de ir à aula de psicologia animal. Sim, que eu vou lutar pelos meus sonhos. Já dizia Pavlov: "Matar o sonho é matar-mo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inespuguenavelmente nosso." á ali duas palavras que não percebo muito bem mas depois vejo nos livros.

Mas pronto, já que lá tava, lá fiquei. Acontece que quando olhei melhor estava lá a televisão, mais propriamente a cmtv e não sei quê e eu arrecuso-me a cenas de violência gratuita. Já dizia Piaget: "A violênssia, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota". É que nem toda a gente tem televisões daquelas com o visor gigante e com hd e era uma violênssia mostrar-lhes só partes de mim, tipo as minhas mamas ou a minha papada. É que isto pelas vistas das pessoas adentro ai jesus nem quero pensar nas idmnmndizassões nem nas aulas de braile que vos tinha de pagar para me continuarem a ler. 

E depois temos o cuesito copyright, que como toda a gente sabemos impede que as minhas belas imagens andem por aí assim, des protegidas e nas mãos do povo. Prefiro mesmo telas só aqui neste espassinho, longe das maldades da net.

Pronto, prometo que talvez amanhã vos brinde com uns joelhos ou com uns pés meus, mas só se prometerem que não partilham. Só os parvos é que não sabem que se protegerem as fotos, ninguém as pode partilhar, é potassente. E eu não sou parva nenhuma, mal voçês sabem que vou tirar outro curse.

Outro: já dizia Santo Agostinho dipona que foi o objectivo da minha segunda tese: “Do mesmo modo que aquele que fere ao outro fere a si próprio, aquele que cura, cura a si mesmo".

As 10 perguntas aleatórias aqui da Filipa

Maio 16, 2016

Filipa

Barbosa, maléfica, decide vingar-se de um desafio que lhe fiz há algum tempo e aventa-me com este que consiste em fazer-me 10 perguntas. Jurou-me que fez os possíveis para que a qualidade das mesmas não fugisse muito ao que por aí se vê e eu disse logo ah, assim está bem, não vamos desabituar os leitores do Sapo à qualidade do costume!

Como sabe que sou uma pessoa que confunde as coisas e percebe pouco disto, optou por me dar uma mãozinha e por cada pergunta que me faz, dá-me várias respostas possíveis, sendo que apenas posso escolher uma e se possível desenvolvê-la.

E se eu sou pessoa para desenvolver coisas.

 
i) Sobre a última invenção de artigos de limpeza, o esfregão feito de cabelo humano, usavas?
  a) Sim
  b) Não
  c) Talvez
 
a) Sim, claro. Se fosse possível um com madeixas e com vários géneros de tranças. Adoro esfregões de arames em forma de tranças, a limpeza é muito mais eficaz e é feita com um glamour diferente.

 

ii) Que animal é que te mete mais medo, Filipa, aquele que te arrepia e tudo, que te faz inclusive ter pesadelos?
  a) Camarão tigre
  b) Borboletas
  c) Gatinhos bebés

 

a) Camarão tigre. Odeio, não fazes noção. Aquelas cabeças cheias daqueles pauzinhos esquisitos dão-me arrepios. Às vezes venho na auto estrada, calha a ver um lá ao fundo e opto por vir pela nacional, imagina. Outro exemplo. Às vezes vou a entrar no carro e vejo um no vidro. Vou logo de transportes. Não aguento mesmo.

 
iii) Quando falas com as tuas amigas sobre assuntos do dia a dia, em que assunto recai a vossa escolha?
  a) menstruação
  b) dor de dentes
  c) risco ao lado, pra que lado ou ao meio
 
a) menstruação e as vantagens no despejo do copo menstrual logo às primeiras horas do dia e de que forma é que o despejo do mesmo às primeiras horas da noite se reflecte na pegada ecológica de cada uma de nós. É super importante sermos amiguinhas do planeta e do abismo do ozono.
 
iv) E preferes debater esses temas onde?
  a) em caixas de comentários
  b) por mail
  c) pajama night
 
Esta é difícil... estou indecisa entre a c) e a a) mas e derivado do facto de ser um assunto de interesse geral, acho que vou optar pela a). Afinal a função de um blogue passa também por prestar algum serviço público!
 
v) Qual dos seguintes pratos faz as tuas delícias?
  a) Bacalhau com todos
  b) Bacalhau à Brás
  c) Bacalhau de per si
 
c) Bacalhau de per si. Aposto que estavam à espera que escolhesse a b) ahahaha que engraçada que hoje estou. Sou uma pessoa de gostos simples apesar de compras caras. Já sei que está tudo aí em posição de arranque à espera que vos diga a superfície comercial onde o costumo comprar, esqueçam, não digo senão já sei que vai esgotar.
 
vi) Imagina que por qualquer motivo te era designado um castigo.
  a) Preferias levar chapadões na tromba de manhã à noite
  b) afagar cactos com o bufunfo uma hora por dia
  c) ler os destaques do sapo
 
ora bem, tendo em conta que a c) e a a) estão intrinsecamente ligadas e não me deixaste outra opção que não a b), lá teria eu de pedir ao meu gajo que passasse a noite de pinça em riste a tirar-me os picos do cacto das bimbas&da Lola.
 
vii) Se quisesses fazer uma piada estúpida no teu blog, escolherias o quê:
  a) Uma maçã, uma caneta e uma porta
  b) Uma coisa extremamente engraçada de teor homofóbico
  c) escreveria "eheheheheheh" após, antes e durante cada frase
 
A b), claro. Uma pessoa estúpida nunca está verdadeiramente realizada como humorista, enquanto não lançar, publicamente, a sua laracha sobre paneleiros ou sobre fufas. Reza a lenda que é resultado de uma educação de excelência, de valores nos píncaros e vincados e de tendências sexuais definidas.
 
viii) Se te contrariassem nesse mundo de dúvidas cor-de-rosa que é o teu blog, tu:
  a) Choravas profusa e copiosamente o acontecido e consultava uma psicóloga
  b) Fechavas o blog e ias à tua vida 
  c) Não dava por nada
 
A a) mas antes pedia no blog recomendações de psicólogas de renome aqui da bloga. Gajas com cabelos longos e sedosos, de provas dadas na área, documentadas se possível e já agora com serviços pro bono que uma pessoa tem as suas prioridades e os cremes para a celulite estão a gritar por mim.
 
ix) Quando te magoam muito, Filipa -tu que és do Sapo- e fazes os teus barquinhos de papel pra serem lançados ao mar, com os nomes das pessoas feias que te achincalham, fazes em
  a) Papel de seda
  b) Folha pautada
  c) Higiénico
  d) Arroz
 
Adoro folha pautada uma vez que se pode desenhar aqueles símbolos giríssimos ou umas pintinhas em cima daquelas linhas mesmo direitinhas que às vezes ficam por baixo, ou umas claves todas engraçadas que servem para coisas. Tenho imenso jeito para desenhar música. Mas quando me magoam, mas assim de uma forma dilacerante, prefiro o higiénico que tanto dá para limpar o ranho como dá para limpar o cu.
Perdoem o meu português, mas sou uma pessoa dada à praticidade e à poupança.
 
x) Usas capas de edredão?
  a) Sim, na tampa da sanita
  b) Sim, como cortinado do polibã
  c) Sim, como tapete do hall de entrada
  d) Sim, como cobertura para o carro.
 
A d) O meu smart fica giríssimo quando o coloco dentro da minha capa do edredão, mesmo fofo. Sinto ali um pouco de dificuldade e tenho de ir à net e tudo ver as instruções que não existem ahahahahha o google é mesmo parvo, insiste em dizer-me que as capas têm uma função específica mas eu é que sei e como sou extremamente criativa, lá enfio o carro para dentro e é vê-lo todo feliz e quentinho noite adentro na sua capa de edredão toda cor-de-rosa com uns pespontos a cereja. A-doro.
 
E pronto, espero que tenham gostado, eu adorei, venham mais desafios destes: originais, genuínos e sobretudo pequenos. 
 
 
 
 

(talvez seja uma)Trilogia (ou talvez seja só um conto) das pilas (logo vejo o desenvolvimento dela. Da pila, claro)

Maio 16, 2016

Filipa

Hoje vou dar início a uma série de episódios engraçados que envolvem nada mais, nada mais, pilas. Pois é, um órgão tão simples e que tantos problemas origina.

Há uns tempos, ainda havia sol e calor e verão na terra, apeteceu-me apanhar uns bons banhos de pila e nada melhor que ir buscar a espreguiçadeira. Só tinha um problema: precisava de a abrir porque fechada não ficávamos suficientemente confortáveis, eu e a pila. Sempre tive um medo horroroso que a pila se levantasse enquanto eu estivesse lá deitada, mas não estava mesmo nada preparada para o que se seguiu.

Próximo passo, abrir a cadeira, vamos lá: ponho as minhas mãos nos braços da cadeira e puxo a pila. Conforme puxo, os pés da cadeira abrem, eu desequilibro-me, e pimba, uma chapada de pila em cada bochecha, tau, tau! Esta estratégia não estava a funcionar, pois eu precisava de abrir as pernas para ela entrar, foi o que li nos livros, foi o que aprendi na escola, foi o que vi no Era uma vez a vida. Ora, como sou pequena, não estava a resultar.

Tenho então a fantástica ideia de me curvar e prender a parte central da pila nos joelhos. Não podia ter tido pior ideia: a cadeira fechou-se sobre a minha cabeça de tal forma, que fiquei entalada, e a pila que já estava entalada nos joelhos, não me deixava libertar dela. Estávamos todas presas umas nas outras, a pila em mim, eu na cadeira, a cadeira na pila, a pila na cadeira, enfim, quase morri, que assassinas.

Estão a ver o filme? Olhem que não. Olhem que não.

Restou-me recorrer ao meu próprio cérebro para me ver livre de toda aquela situação embaraçosa.
Consegui. Larguei a pila da mão e fui à minha vida.

 

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