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Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

16
Mai17

No peso errado

Carla, a empregada doméstica

Ás veses não mapetesse lembrar de nada. Apenas arrecordar-me de tudo.

O futuro já foi, o passado está por advir, resta o resto, arrecordemos as recordações e leccione-mos as lições e comamos os melões.

Sinto calor, mas a minha pele sente sente sente sente frio.

Alguém feche a janela.

Alguém feche a porta.

meta uns choriços porde baixo das portas.

Uma acoberta?

Um bocado da acoberta é tua mas há muito dela que é tua. Ou teu. Ou será que um bocado teu é que é da merda do cobertor? Ou um bocado de mim arrolada na acoberta que é da cheese longa? Ou teu que é meu que é nosso mas nunca deles?

Vinho tinto.

A mais.

Ou então é um pedasso da minha mente que não pesa os pesos que se entrega.

Dizes que afinal o vinho é branco, inscreves-me nos AA e dizes que nem o vinho nem a minha loucura teem teem teem teem teem explicação: o vinho nunca chega para o que quero, serve apenas para regar os pipis e as amoelas.

merda.

 

13
Mai17

Eu avisei, pensam que estou a brincar e depois dá nisto.

Filipa

Demorei um mês a ver as quatro temporadas disponíveis da série Prison Break. Parecendo que não, ainda são setenta e sete episódios, de mais ou menos cinquenta minutos cada, imagine-se o tempo e atenção que dispensei àquela maltinha toda.

Estava a ser A série e escusado será dizer que o meu carinho ia direitinho para o pior de todos, o T-Bag, que para além de me arrancar gargalhadas mesmo em situações limite, é isto tudo de sexyness

 

tbag.png

 

 

Apesar de na quarta temporada, achar que a série se estava a arrastar mais do que um caracol ranhoso e de saber mais ou menos o final -o meu gajo já tinha visto e não se conseguia conter nos spoilers- vi-a todinha e praticamente num rasgo.

Sou mesmo assim; gosto que a série tenha todas as temporadas disponíveis e ver tudo de rajada. Aborrece-me ter de estar à espera que um novo episódio seja lançado, tenho de ir rever o último para reavivar a memória, depois chateio-me porque já o vi e depois adormeço, na semana seguinte o mesmo, todo um drama com o qual não ainda consigo lidar.
Conforme escrevi aqui, há uma série de coisas que precisam de estar bem vincadas e a que aqui me trouxe hoje é o ponto terceiro: "tudo tem de me fazer sentido. Se há ali uma frase que me fica a bater, volto atrás os episódios que forem precisos até tirar dúvidas. Se as minhas suspeitas se confirmarem e se me sentir enganada, já não vejo mais nada. Se bobear, até fico ofendida. Não me enganem."

Ora, ver séries é como ler blogues -inclusive os blogocagalhões, que uma gaja está sempre na esperança de que um raio de noção caia no aglomerado daqueles não-neurónios todos e um dia, talvez enquanto o pessoal ainda cá andar todo e de preferência lúcido, aventem com uma merda qualquer que nos arranque do estado de letargia em que ficamos depois de fecharmos a página- não há nada que me escape. Pode parecer que ando aqui a apanhar bonés, muito entusiasmada com o que é mostrado, que a minha atenção ao detalhe está ao nível do miserável, que mamo toda a bucha, mas não. Sucede que é tudo escrutinadinho até ao mínimo pormenor, nem que tenha de voltar atrás as vezes que forem precisas, ver, rever e rerever até à exaustão, descubro sempre aquela merda que me ficou atrás da orelha.

 

No primeiro episódio da temporada um, eis a data de nascimento do protagonista da série:

 

Captura de ecrã 2017-05-13, às 09.07.37.png

 

 

Mais para a frente, já na temporada quatro:

 

Captura de ecrã 2017-05-13, às 08.52.35.png

 

 

Como se não bastasse o nascimento, a morte do artista também me chega envolta em contradições.

 

No último episódio da quarta série:

 

Captura de ecrã 2017-05-13, às 08.57.47.png

 

 (além do ano, aqui também fizeram merda com o dia)

 

Aqui no primeiro episódio da quinta temporada:

 

Captura de ecrã 2017-05-13, às 09.15.07.png

 

 

 

E pronto.

Ainda não sei se me apetece ver a quinta temporada cujos quatro primeiros episódios já ali estão, o que eu sei é que é muito mais simples perceber o que fazer com as incongruências que se apanham nos blogues, inclusive nos cagalhon-blogues, do que com as que descobrimos nas coisas que nos são caras.

 

11
Mai17

No carro estacionado em cima do passeio, ninguém fala né??

Filipa

 

 

 

"A condutora aguarda agora sentença por condução perigosa"

 

 

Foram duas as vezes que esta condutora fez pisca para regressar à faixa de rodagem. Todo o condutor sabe que só se prevarica em caso de extrema necessidade, jamais em situações delicadas como seja o caso de entrar na estrada sem aviso. 

São merdas como esta que me fazem perder a fé na humanidade no geral e na justiça em particular.

 

Links

Para consulta em caso de necessidade

Comentários recentes

  • Pequeno caso sério

    Deixa lá que esta que te escreve já tratou disso e...

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    Ó pá, não te acanhes!

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