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Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

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16
Ago13

Acabei de ver a entrevista que a Judite de Sousa fez ao jovem Lorenzo Carvalho, aquele da Pamela e da banheira com champanhe e não sei quê

Filipa
e fiquei indisposta com a responsabilidade que esta jornalista quis colocar nos ombros do puto ao perguntar-lhe porque ele não ajudava os mais necessitados, uma vez que é uma obrigação moral de cada um de nós, que olhava para ele e via uma pessoa fútil, se ele não se sentia mal por ter gasto tanto dinheiro numa festa com o país no estado que está e etc e falou inclusive, especialista que é, no valor do relógio que ele trazia.

Nem jantei.

Tive e tenho pena do fulano ser tão conas e não lhe ter dito que a obrigação moral dele era fazer o que quisesse desde que não prejudique ninguém, que pelo país estar como está, não é motivo para usar um relógio do chinês, que só tem que ajudar, quem, como, quando e se ele e a família dele quiser. Que se quiser lavar o Ferrari com champanhe, lava e se quiser comer a Pamela em Portugal, também o pode fazer, desde que mantenha e cultive os tais valores que a família lhe passou. Que uma pessoa por não penar para pagar a renda, comer ou criar os filhos, não tem que ser apontada, julgada, muito menos apedrejada em praça pública, uma vez que até resulta claro que o míudo prestou-se àquele circo justamente para apagar a imagem que gente como a sôtora Judite, criaram dele. A criatura ainda referiu algumas instituições que ajudava de alguma forma, porque ajudar, Dra Judite, não é só abrir os cordões à bolsa, mas percebeu-se o desconforto, uma vez que quem o faz por gosto, com o coração, como diz Lorenzo, não espalha, não se congratula nem vangloriza, mas a Dra Judite, que é Dra porque estudou, coisa que jovem Lorenzo também não fez (outra vez para a fogueira, pá, como te atreves??) não vai cá em cantigas e atacou-o de forma a que a única resposta que merecia, que me merecia, era o puxar de um livro de cheques e dizer:
"Pá, ó Judite, afinal não é da merda da maquilhagem que trazes hoje que te deixa com cara de cu, estás é verde da inveja que trazes ao peito desde que viste as imagens da minha festa. Diz lá aí quanto é que queres que o Lorenzo aqui ajuda-te porque é meu dever moral, para com quem te está a ver nesses propósitos, acabar com este espectáculo de merda a que chamas entrevista.
Vá diz lá, pá. Não tenhas vergonha."

Mas tem Judite, tem muita vergonha de ti.

Eu tenho.

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    Deixa lá que esta que te escreve já tratou disso e...

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    Ó pá, não te acanhes!

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