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Ainda o que me põe doente

por Filipa, em 22.02.15
a minha chefA lançou agora uma lei que exige que os empregados façam mais uma hora por dia, todos os dias, porque o patrão quer que determinado tipo de coisas se façam antes do expediente. Não ofereceu contrapartidas, não se sai uma hora mais cedo, não vai para nenhum banco de horas, não é extraordinariamente pago.
Agora estou aqui na dúvida acerca de quantos dias de greve isto merecia, caso se passasse no público.

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43 comentários

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De Melissa a 22.02.2015 às 23:06

Então e vai trabalhar a tal hora extra, ainda assim? Que caraças de chefAs e de patrões.
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De Filipa Brás a 22.02.2015 às 23:10

Achas que alguém vai dizer que não? E quando os contratos chegarem ao fim? Pois é...
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De Melissa a 22.02.2015 às 23:20

Ai que revolta, senhores! Percebo isso mesmo muito bem, infelizmente. Bela merda.
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De Uva Passa a 22.02.2015 às 23:34

É fazeres uma denuncia à ACT. Anónima. E pedirem uma inspeção. Aparecem lá e acabou! Tau! Acabam-se logo as ideias de burro espanhol.
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De Anónimo a 22.02.2015 às 23:43

Essa Guerrinha público/privado é parva. No entanto, isso de trabalhar mais uma hora sem contrapartida nenhuma merecia todos os dias de greve que quisesses fazer. E uma denuncia também.
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De Piston Homem a 22.02.2015 às 23:44

ACT essa que de facto actua.
Estou fartinho de ver toneladas de pessoas a chorar pelos cantos mas que NUNCA fizeram nada formalmente porque "nunca dá em nada". As poucas que conheço que fizeram, em pouco tempo viram o problema resolvido a seu favor, contribuindo de forma importante para a cara de boi com a qual ficou a entidade patronal.
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De Filipa Brás a 22.02.2015 às 23:52

Aqui não há guerrinha nenhuma. Há uma comparação derivada de um comentário no post abaixo.
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De Filipa Brás a 22.02.2015 às 23:54

Felizmente que não faço parte das visadas senão era outra guerra que comprava com ela.
Sucede que de certa forma compreendo quem não faça queixa. As pessoas têm medo do troco. Compreensivamente.
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De Anónimo a 23.02.2015 às 00:01

Por acaso, vivo com as duas realidades (mãe - público, pai - privado) e acho que não é fácil comparar. Não por achar que no público é tudo bom, mas sim por achar que, neste momento, são os dois uma valente merda. Digo-lhe mais, trabalhar neste pais é uma valente porcaria.
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De Love Adventure Happiness a 23.02.2015 às 07:36

As pessoas aproveitam-se de tudo... da vulnerabilidade dos trabalhadores e da crise e afins!

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