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Candidato a "Comentário do mês" #1

por Filipa, em 25.01.16

 

Mais uma semana, mais uma rubrica, eu avisei que isto ia ser sempre a abrir.

A regra é simples: escolho uma série de comentários que ao longo do mês e por algum motivo me tenham enchido as medidas e no final elejo um. Como vêem, tudo muito imparcial, democrático e justo.

Vamos lá começar antes que se faça tarde.

 

Primeiro candidato a comentário do mês, vem da Isa:

 

"Tanto para dizer e tão pouca paciência para o fazer, mas vou tentar:
Primeiro, esse tipo de post-choradinho, em que ai, que me farto de apanhar tau-tau por expor as minhas ideias e defender os meus ideais, como é que faço então, se só sei fazer assim. Pá, faça como sabe fazer e deixe-se lá de vitimizações camufladas, formalizadas em posts supostamente moralistas sobre como então se discutir os tais assuntos que incomodam. Se incomodam, claro que a reacção expectável dos incomodados é continuarem a não querer tirar a cabeça do cu- onde a têm faz tempo justamente porque lhes é mais cómodo - e há que contar com isso. Óbvio que o blog é do queixoso/a, e lá lavrará o que quiser, mas é uma postura irritante. Penso sempre que quem passou, os que viveram e vivem situações que dão azo a causas dessas, não tiveram nem têm disponibilidade emocional pra esse tipo de "ai que dói".
Se é pra defender, então ponham-se às suas alturas.  

Depois, praquê justificações sobre o que a tal Filipa assume do que lê - e que está no seu direito e tal e etc - mas que não corresponde ao que escreves, e se isso pode qualquer um verificar, independentemente do que nutre pela tua pessoa? 
Ora, se a tal Filipa, porque carrega a bandeira do feminismo, e se, por sei lá que razão, resolve por-te ao peito o que os nazis punham aos judeus, pá, à merda com a Filipa. Falta de ética tem quem não sabe separar o joio do trigo, e nem é por ser burro, é mesmo por ser faccioso. 
Também não gosto de mulheres. Somo execráveis umas para as outras. No entanto, também fabricamos milagres todo o santo dia, para o Mundo. Confio em muito poucas - by the way, muchas gracias, Filipa - mas nem às mais putas de alma que conheço, deixo de lhes reconhecer os direitos que quero para mim, enquanto elemento feminino. Têm-no, temos, e com retroactivos. 
A comparação com o Pipoco, é só uma tentativa de destaque (conseguido), numa caixa de comentários, e o teu nome não foi referido, talvez por receio de retaliação.  
Sabemos perfeitamente ser o Pipoco nesse aspecto - e noutros - bem menos frontal, pessoalmente acho que as provocações do mané se perdem em pedantismo, mas é preciso ser-se absolutamente desprovido, quanto a mim, de um mínimo que seja de imparcialidade, para não se perceber isso mesmo. 

Ps: A piada do Gervais/Jenner, metida naquele contexto? Really??
E a Luna ainda não sabe o que pensar disso...?




Dasssssssssssse!"

 

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16 comentários

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De Isa a 25.01.2016 às 16:59

Sinto-me um Tino de Rans da blogosfera, em versão dentes decentes.
Agradeço o relevo.

Junkie Jones a esta presidência.
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De Isa a 26.01.2016 às 09:57

Olá, eu outra vez. Para dizer que só ontem, muito à noitinha, é que me dei conta da continuação da polémica instalada no blog em causa. (O das causas).

Fiquei sem perceber se, entre discursos do método e métodos de discurso, aquilo serviu realmente para alguma coisa - sou um bocado lerda, assumo - ou se esta impressão desagradável de que se está ali a lidar com uma frente dura de feminismo (daquela que se baseia em factos e mais factos, e que para cada argumento baseado em atitude se vai buscar um facto, que, sob um ponto de vista factual, não só justifica a atitude como desmerece logo ali e num todo, qualquer argumento e que leva um mortal assim mais para o desprevenido e/ou desinformado, a pensar que está a falar com paredes), é
que coiso.
A sério que tive insónias à conta disto.
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De Filipa a 26.01.2016 às 10:23

Olá.

Devias escrever não só sobre as temáticas abordadas como o método escolhido para.

É que aquilo é cá uma foda que ainda estou sem perceber por onde pegar.
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De Isa a 26.01.2016 às 11:48

Se escrevesse chamavam-me misógina, como já chamaram(explicaram-me até que só não chamavam mais porque não se pode, que aquilo é só prós homens), e uma pessoa tem cá os seus princípios meios e fins. Detesto que me chamem merdas sem sentido nenhum. Nem tanto por não terem sentido, mas mais pela perda de tempo e aquela sensação de que afinal tudo se resume a apresentar factos, e a catalogar o pessoal em caso de argumentação (argumentação essa que nem sequer é sobre os factos em si, note-se) no sentido de que o que se passou em altura X não ter que ter, necessariamente, as mesmas conotações que se está a atribuir à situação Y.
- Tu és misógina. Ponto. E com isto fecho a porta da comunicação, que não estou pra te aturar, vais ali prá prateleira dos misóginos, cansaço, sua palerma ignorante, e agora vou aqui chorar uma beca, por causa que tu és misógina parva e ignorante, e já tenho as prateleiras cheias. Ó que porra.

Pá, uma pessoa às vezes quer mesmo perceber, né? E precisa que lhe expliquem por a+b, como caraças é que aquilo é a mesma coisa, preferencialmente sem os extremismos inerentes exactamente a tudo o que se entende como preconceito e se pretende combater, sendo muito propositado aqui (eu cá acho), a devida menção a Nietzsche, e lá à cena do abismo.
Mas não.
Possuem-se de factos, e nada de explicações.
Eu disse, aquela disse, tu disseste, eu quis dizer, o pipól está em negação e nada a fazer. Como, nada a fazer, pois se aqui é que está tudo por fazer?
Como se não é para ajudar, não atrapalhem, se para ajudar tenho que atrapalhar primeiro, se é justamente de "atrapalhação" a um nível mundial que se trata aqui?
Como é que de praticamente um bunker, em termos desta compreensão, uma pessoa consegue fazer seja lá o que for - se nem o código morse parece conseguir atravessar aquelas paredes - dando quase a impressão de se tratar de uma classe tão elitista, que criou até uma comunicação própria: factos. A cada merda que disseres, atiro-te com um discurso de alguém conhecido. A cada infracção cometida em forma de argumento, levas com um acontecido, e depois vai pra casa com este food for thought, e deslarga-me é masé.
Fogo. Déjà vu do caraças, com aquele professor de matemática que tive no 9º ano e que me estragou as médias todas. O sacana.

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De Filipa a 26.01.2016 às 11:52

AHAHAHAHAHAHAHAHAH!

Ahhhhh, Isabel, Isabel (repara na profundidade que estou prestes a dizer, afinal disse o teu nome duas vezes, han?) se ao menos todas as mulheres fossem como tu, pá, olha, era pessoa para ponderar a homossexualidade bem como a aceitação da adopção por parte destes.
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De Isa a 26.01.2016 às 12:18

´Tás parva??

Ponderar sobre a orientação sexual de cada um e o direito à sua livre expressão, formar-se uma família sob estas particularidades e ainda ter-se a audácia de se poder adoptar uma criança - que está ali tão lindinha e confortável numa instituição, por exemplo, onde ali foi entregue por vias de qualquer vicissitude - podendo incorrer-se no impensável pecado de ter 2 pais, ou 2 mães,logo 2 pilinhas ou 2 vaginas, confusa entre o a quem chamar "pai" e "mãe", e o que fazer com a quantidade de amor que pode receber de dois seres que a abraçam com a unicidade que só um abraço de pai (ou mãe) - daqueles que sabem e o querem ser - acarreta??

Não embarco nisso, não digas que vais de minha parte.
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De A Mais Picante a 26.01.2016 às 15:38

Vocês são irmãs, pois são? Gémeas, pois é?
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De Filipa a 26.01.2016 às 15:39

Só tens ideias de merda, tu.

Dasse, tanta gaja jeitosa, logo vai querer que eu seja irmã gémea desta talocha.
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De A Mais Picante a 26.01.2016 às 15:43

Talocha? Ok... já vi que sim, são mesmo gémeas.
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De Filipa a 26.01.2016 às 15:50

"já vi que sim" como se soubesse o que é uma talocha.
Enfim.
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De Isa a 26.01.2016 às 20:06

Credo, Picante! Olhe que pra uma primeira abordagem isso não e nada bonito de se dizer, hã? Eu, isto tudo de simpatia, elegância, sensibilidade (e outros que me escuso referir pra não ferir sentimentos) gémea duma betoneira! Fique sabendo que considero isso uma violência verbal, com base preconceituosa e de teor um coche racista.
Tadinhas das talochas.
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De Filipa a 26.01.2016 às 20:08

Pó caralho, pá.
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De Isa a 26.01.2016 às 20:11

Tst...Taberneira.
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De Filipa a 26.01.2016 às 20:12

Agora falamos mal dos taberneiros, é isso?
Ao menos levas tudo a eito: mulheres, gays, taberneiros, pipoco, está certo...
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De Isa a 26.01.2016 às 20:33

Ah. Mr. Pipoco...:))
Esse grande embalador de meus sonos...




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De A Mais Picante a 27.01.2016 às 13:25

As minhas sinceras desculpas, Isa. Não queria ofender.
(como a Pipas disse que era uma talocha e eu sei, de fonte segura, que a própria Pipas é um bocado assim... como hei-de dizer isto de uma maneira simpática?.. Hum... Olhe ficamos assim. Pronto.)

Desculpe, uma vez mais.

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