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Em cima da hora, já se sabe como é o português, chega o Silent Man, com esta coisa bonita, como podem vês.

Numa ode ao Alentejo, ao Verão e à Filipa, epá, isto é só elogios, nem sei para que lado me verão.

Topem bem a cena:

 

 

"Fui à bêra da ribêra

Tavas a lavar lençóis

Fiquê lá a tarde intêra

A galar-te os caracóis

 

Como nã te via bêm

Assumi-me a um chaparro

Encostê-me a uma ramada

E acendi uma... um cigarro

 

'Tavas lind'áté brilhavas

Já cu vestido melhado

E nêm sequé suspêtavas

Quê lá tava empolêrado

 

Quêmê-me com o cigarro

E Larguei um Foda-se Cabrão

Tu viste-me e atiraste-me uma pedra

Ê caí e dê cus cornos no chão

 

Tu correste até à minha bêra

Para ver sê tava bem ou não

Tu parecias estar uma fera

Cu vestido cheio de sabão

 

Viste que sim, nada partido

E jogaste-te pra cima de mim

Deste-me um bêjo atrevido

E rolámos os dois no capim

Lá daondi ê vim...Nunca tinha visto

Uma Filip'ássim!"

 

 

 

Relembro que os autores dAs Grandes Obras não permitem qualquer tipo de partilha, cópia, print screen, referência, link, bem como a autora do Concurso Literário e a autora deste blog.

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cenas :


5 comentários

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De Isa a 10.03.2016 às 19:21

Isso.. força. Continuem aqui a enxovalhar uma pessoa, vá..

Não, deitem 'tar, deixem 'tar.. eu hei-de ficar bem...
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De Filipa a 10.03.2016 às 19:29

Já ninguém te aguenta, melher. Credo.
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De Isa a 10.03.2016 às 19:33

Deslar-ga-me!!
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De Mirone a 10.03.2016 às 20:43

Muito me contam...
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De Be a 10.03.2016 às 22:13

Isto é uma clara bajulação à mentora do passatempo... mas em bom!

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