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Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

12
Out16

EU QUERO MUITO ESCREVER NO TEU BLOG, FILIPA, DEIXAS? I

Filipa

 

"Antes de mais impõe-se responder à questão? Porque raio esta gaja com uma chafarica aberta há menos de 6 meses, cujo nome é do mais choninhas e piroso que se pode encontrar por qualquer banda havia de achar que escreve uma qualquer porra para um blog de tamanha envergadura humorístico-gozona como as Dúvidas cor-de-rosa? (inspira e respira que esta foi à Saramago) Com’o que raio é que esta pessoa que não se vê mas mal trata da cútis, se atreve a querer participar num passatempo tão nobre como este? Simples. Pessoa que participa sofre de ligeiro distúrbio de bipolaridade e quando não toma os medicamentos dá-lhe para acreditar que faz cenas com graça.

Ora esclarecidos que ficam os leitores de sodona Filipa Brás, passo ao tema de magnanime envergadura com que me deparei. Eis que existe uma senhora inglesa que alega ter emagrecido p’aí 30 quilos só com a força da mente. Diz que se imaginou magra. Escanzelada. Em forma a marota. E vai de encolher, encolher, encolher. Era uma baleia e hoje tá a Dori, esquecida mas elegante. Quer dizer, como se já não bastasse o fenómeno Gustavo Santos para nos atormentar a mona com frase parvas como “a mente chama-se mente porque nos mente”, que mais lhe devia valer um valente arremesso de barrote naquele lombo (que está até bastante em forma benzódeus), agora aparece-me esta inglesa metida a esperta, que fica magra só a pensar que é magra enquanto a população se debate em ansiedades, ansiolíticos, batidos de proteína, aulas de quizomba, de TRX, de RPM, para não falar no balanceamento de kettlebells e no carregar de pneus de trator que se dá lá pr’ó Crossfit. C’aquilo é com cada WOD que deixa uma pessoa na SHIT. De qualquer forma, como pessoa a atirar p’ó parva que s’assume que sou, lá passei a noite a pensar que era magra (e boa com’ó milho claro! que a Maria Leal também é magra, mas vai-se a ver e é difícil que alguém lhe pegue).

Acordei e pensei, “sinto-me gostosa”. Levantei-me com a sensação de que era uma Cindy Crawford em principio de carreira (boa, mas mesmo boa), depois chego à casa de banho, acendo a luz, penso que está uma estranha em minha casa, o raciocínio volta-se-me antes de me lançar para bater no estafermo que insiste em ficar do outro lado do espelho, o neurónio esperto espeta uma lambada no neurónio parvo que está a maior parte do tempo ao serviço (que o esperto é calão e faz muitas pausas), eu volto a mim e lembro-me que o meu primo é que tem razão (moço que tem um gentileza sobre humana para mandar gente p’ó ca%$&#) “ist’há com cada poeta”.

 

Nota: Informo que sou pessoa que sofre de uma espécie rara de dislexia seletivo-inculta, pelo que dou erros gramaticais, ortográficos de acentuação e pontuação que até dói."

 

Não podíamos ter começado de melhor maneira, Cátia, bates forte cá dentro, pá.

 

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