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Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

20
Jul16

Olha!! Afinal há no Sapo quem queira saber de mim!!!!

Filipa

 

Olhai aqui a entrevista que o Sr. Solitário me fez.

 

Aqui fica a entrevista, porque hoje não tenho tempo para posts, abençoada entrevista, veio msmo em boa altura!

 

"Uma das bloggers mais criticadas, adorada por uns, odiada por outros. No seu blogue podemos ver muitas dúvidas cor-de-rosa esclarecidas, ou então não! Convida todas as maluquinhas a sentirem-se em casa, elas (e eles) visitam-na regularmente, fazendo assim um dos blogues mais lidos.

Senhoras e senhores, hoje estou à conversa com... a Filipa.

 

Sou a Filipa (yep, essa mesma), uma miúda amorosa, que gosta de fadas, de algodão doce e de póneis - dos mais pequeninos por causa que os grandes cagam imenso. Mãe de duas criaturas amorosas: a Luísa que quando faz o #2 mete a mão na fralda e dá ao irmão para cheirar e do João que adora lamber os batedores das portas. Vê-se mesmo que os desovei, saem mesmo a mim, meus ricos filhos.Gosto de conviver com outras bloggers e adoro amizades virtuais. Espero que gostem, que se identifiquem comigo e cá estou eu, sem filtros, no "à conversa com..."
Beijinhos!!!

 

Solitário: Olá Filipa, bem vinda. Porquê Dúvidas cor-de-rosa?

Filipa: Obrigada!

Obrigada também pelo convite, há muito que ansiava por uma entrevista, tanto que aqui há tempos me entrevistei a mim própria. Foi um sucesso mas soube-me a pouco.

Porque sou uma girly. Se tivesse aberto o blog na minha adolescência, teria sido provavelmente "Dúvidas existenciais", ou "Dúvidas acneicas". No caso, soou-me bem e assim ficou. 

 

S: Alguma dúvida ficou ainda por esclarecer?

F: Sim, por acaso, agora que falas nisso, reparo que sim. Se o polvo for à panela de pressão com uma cebola, fica mais tenro ou é mito?

 

S: És maluca ou atrais maluquices [risos]?

F: Atraio malucas. Paletes. Resmas. Carai, toda eu sou um íman. Mas não me importo. Gosto deste voluntariado imposto. Mostra-me que sou mais sã do que aquilo que penso e a minha verdadeira missão terrena.

 

S: O humor tem um papel muito importante na tua vida. Sorrir para não chorar?

F: Não. Sorrir porque esse é o desenho que a minha boca naturalmente tem.

 

S: Como foi a tua aventura de emigrante em Londres?

F: Profícua, mas não fui em aventura, fui em trabalho.

 

Gosto de cheiros, porque me transportam, revivo as coisas, momentos e por isso os marco com aromas muito meus. Não gosto de estupidez porque sofro dos nervos.

 

S: Quais as principais diferenças/dificuldades que encontraste?

F: As mais flagrantes: eles não falavam uma palavra de Português e não usavam euros. Dois grandes problemas.

 

S: Que espécie de preconceito sofreste?

F: Nenhum. Os Portugueses foram um bocadinho difíceis de lidar, mas hey!, nada que não esteja habituada. 

 

S: A que sabe a saudade de uma emigrante?

F: Sabe a chouriço, que é aquilo que por muitos supermercados ingleses que corras, nunca irás encontrar.

 

S: Gostas muito de tatuagens... Qual a tatuagem com que mais te identificas? Porquê?

F: Com todas as que tenho. Cada fadinha, golfinho e estrelinha que tenho são super significativas e adoro-as a todas.

Por exemplo, tenho uma fada no pescoço que quer dizer que nasci com o c* virado para a lua. E um golfinho no dedo grande do pé esquerdo por causa que diz que afasta os maus olhados. No direito já não resulta, só mesmo no esquerdo.

 

S: As pessoas têm prazos de validade? 

F: Têm pois. Nascem e depois morrem. Menos o Duncan MacLeod do clã MacLeod. Desde que usasse uma malha de aço no pescoço, a validade era de facto eterna.

 

Gosto de música, porque ela faz parte de mim. Não gosto de mulheres carentes de atenção. Porque sofro dos nervos.

 

S: Alguma vez te arrependeste de algo que disseste?

F: Sim. Sempre que vou ao cabeleireiro e peço para cortar SÓ AS PONTAS. É uma incapacidade que as cabeleireiras têm, é a de perceber e realizar medidas. Para contornar esta situação, passei a cortar o meu próprio cabelo. Melhor decisão ever.

 

S: Tiveste uma gravidez difícil, li algures que odiaste estar grávida.Uma experiência a não repetir?

F: Difícil?? Difícil foi desovar estas criaturinhas deliciosas. Se tivesses lido noutro algures, terias lido que queria mais filhos. Coisa que acabou por acontecer. Adorei estar grávida. É a desculpa perfeita para enfardar porcarias de manhã à noite.

 

S: Ser mãe muda totalmente uma mulher?

F: Algumas mudam, outras não, depende. A mim mudou-me da cintura para cima e para muito melhor.

 

S: Qual a importância que os teus filhos têm na tua vida?

F: Alguma, confesso. Menos do que um braço e mais do que um dente do siso.

 

S: O teu blog tomou proporções gigantes, ficando muitas vezes nos mais lidos. Qual o segredo para o sucesso?

F: Não posso revelar, né?, senão era ver o gajedo sapiano todo a fazer o mesmo. O segredo é a alma do negócio, meu caro ;)

 

Gosto de rir, mesmo nas alturas mais complicadas, não sei ser de outra forma. Não gosto de blogues do Sapo. Porque sofro dos nervos.

 

S: São mais os leitores que te odeiam do que aqueles que te adoram?

F: (Como assim há leitores que me odeiam??)

Os que me adoram, obviamente.

 

S: As críticas abatem ou fortalecem?

F: Eu digo não à violência, digam vocês também. Em coro, de preferência. Para ser uma paz a resvalar para o musical.

 

S: Muitos acusam-te de cyber bullying. O que tens a dizer em tua defesa?

F: Em minha defesa, não tenho de dizer nada, os acusadores é que têm de provar. A menos que algo tenha mudado nos entretanto, alguma deslegislação ou assim, era exactamente desta forma que a coisa se processava.

 

S: Consideras-te uma pessoa insensível?

F: Pelo contrário. Sou sensível às temperaturas, à cera quente, ao pólen, aos ácaros, aos vizinhos chatos e pessoas estúpidas. 

 

S: O que aprecias mais nos blogues?

F: A interacção, claro. Quem não gosta de chegar a um blog e ver 1700 comentários? Eu adoro.

 

Gosto de falar, porque tenho sempre alguma coisa a acrescentar ao que já foi dito. Não gosto de blogues de merda. Porque sofro dos nervos.

 

S: Dizes que não gostas dos blogs da sapo, no entanto tens um alojado nessa plataforma. Porquê?

F: Porque fui expulsa do blogger, aqui há uns unicórnios e cavalos alados atrás.

 

S: Existe algum limite para a Filipa enquanto blogger?

F: Sim, claro que existe. Três posts no máximo. Mais, é cansar o pobre leitor. Faço questão de não pisar essa linha que pode ser ténue se nos entusiasmamos em demasia.

 

S: O que gostarias de dizer aos leitores que gostam de ti e aos que não gostam?

F: Aos que gostam, cá beijinho. Aos que não gostam, nada, continuamos neste registo gostoso: dou-vos a minha indiferença, vocês a dor que isso provoca.

 

S: Dentro do estojo da tua vida há um lápis para escrever o teu futuro, uma borracha para apagar o passado, uma régua para medir as alegrias, um compasso para desenhar o teu mundo e uma caneta para escrever em ti um nome difícil de apagar. Qual destes objetos usas? Porquê?

F: O estojo. Porque nunca se sabe quando vou precisar dele para cumprimentar um biker.

 

S: Obrigado Filipa, foi um gosto enorme conversar contigo.

F: O prazer foi inteiramente meu. Nem imaginas o quanto."

 

 

E pronto, cheguei a emocionar, a minha primeira entrevista sapiana! Vão lá dizer que me amam que tenho cá para mim que vou ser cilindrada e desta vez nem sequer estou a chamar gorda a ninguém.

 

 

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