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E se os vossos companheiros vos levantasse a mão e vos desse um toque, assim ao de leve como quem não quer a coisa?

 

Calhando é o que vos anda a fazer falta, digo eu.

 

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15 comentários

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De josé a 25.01.2018 às 17:41

epaaah...não me leves a mal, mas eu ainda não tenho companheiro, nem espero vir a ter. eu é mais gajas. 
depois deste ligeiro intróito, redutor para as pessoas que te lêem, pergunto: estás-te a comparar a crianças? estás a comparar, finalmente, o mulherio que te lê a crianças. 
de todos os "toques" que dei aos meus filhos, não me recordo de um que tenha sido despropositado. foram tão poucos que me devo recordar de todos. e doeram-me mais a mim do que a eles. garantido. e foram profiláticos. nunca apanhaste dos teus pais? explica muita coisa...mas do maridão já, não? e se calhar até gostaste...
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De Filipa a 25.01.2018 às 19:16

A sério que é isso que lês: a comparação entre putos e mulheres?
Vê lá o que vais responder, olha que uma gaja desiludida não é pêra doce.
Apanhei da minha mãe, sim, e? Isso devia fazer-me compreender exactamente o quê?, que assim é que é correcto? Normal?, que esse blá blá blá do doeu-me mais a mim do que a eles desculpe a merda da tua insensibilidade e provavelmente falta de paciência?, que quem leva no focinho é mais bem educado do que quem não leva? Não vejo nada de positivo nisso, se queres que te diga e cada um faz o que quer, salvo seja. Na educação que dou aos meus isso não entra.
Quanto ao maridão, deixemos a nossa esfera íntima onde ela pertence, dentro de nós. 






Mêmo profunda, eu.
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De Be a 25.01.2018 às 21:14

Já assumi num post ter dado uma galheta à minha filha, certamente não foi por falta de paciência, há pessoas que me tiram a paciência muitas vezes e eu não lhes dou sopapos, se bem que me apetece. Saiu, naquela hora e por que quebrou a primeira das duas regras fundamentais cá de casa. No entanto, não acredito que toques, palmadas ou puxões de orelha sejam forma de educar. Quem defende esse tipo de educação, tem muito pouco de pedagogo. 
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De Filipa a 26.01.2018 às 10:08

Saiu.


Ok, é um motivo tão válido como outro qualquer.
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De Be a 26.01.2018 às 15:03

Não estava a procurar validação. A verdade é que há uma grande diferença entre fazer apologia à "palmada pedagógica" como forma de educação ou assumir que um momento na vida, em que por um qualquer motivo, mais ou menos válido, dás um piparote a um filho.
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De Tita a 25.01.2018 às 23:22

Eh pá, parem o mundo que eu quero sair!
Isto anda tudo maluco!
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De Filipa a 26.01.2018 às 10:11

Ainda ontem, depois de ler mais um disparate daqueles à antiga, perguntei à Isa se era eu que era doida. Há coisas que me fazem mesmo duvidar. 
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De Corvo a 26.01.2018 às 02:15

Ó Filipa: Levantar a mão levantar a mão; depende, não sei.
Assim no aceso da refrega, palmadinha pode ser considerada agressão?
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De Filipa a 26.01.2018 às 10:07

Nem sequer é a dor que a tal palmadinha provoca, a educação nesses moldes não me entra. Reconheço que talvez tenha essa paciência apenas porque são meus, mas confesso que me faz espécie as palmadinhas e afins.
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De Corvo a 26.01.2018 às 13:48

Bom: não era bem essa palmadinha que eu tinha em mente, mas serve.
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De Filipa a 26.01.2018 às 15:19

Ahahahahahha 
Desculpa, não percebi.
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De Gaffe a 26.01.2018 às 15:13

Nunca fui "açoitada". Nunca me deram uma palmadinha e olha como sou um excelso exemplo de educação e finura.
;)


No entanto, algures contei um episódio onde uma galheta contribuiu para que uma safada adolescente tomasse consciência de já ter atingido um estado de maturidade que não se coadunava com a imbecilidade e mesmo com a crueldade que - tão gira - estava a levar a cabo apenas e só para se divertir. 
Confesso que não sei se um raspanete em forma de sapatada no rabo não fala mais acertadamente do que mil admoestações. Creio que depende do caso que se tem em mãos.


Não sei. Não percebo nada de pedagogia ou metodologia educacional. Só envio dúvidas.
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De Filipa a 26.01.2018 às 15:18

Gaffe, algures conto o mesmo.
Falo na educação dos filhos com recurso à violência e para quem acha que uma palmada não o é.
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De 😴 a 28.01.2018 às 13:00

Essa do “doeu mais a mim que a eles”, tem cá uma pinta... Se assim fosse, os pais/tutores nunca bateriam nos filhos. E a do “saiu” é top, como diz a outra. Quando a paciência se esgota, é quando recorremos à violência física e aí até podemos compreender, agora, quando “sai” quer me cá pareceu que diz muito mais da pessoa que o faz e não tanto de quem leva... Pessoa que tem pouco domínio sobre si próprio, percebem o que quero dizer? Para mim, violência só gera violência e os pais nunca saberão a violência que fica lá dentro, recalcada. Talvez essa seja uma das explicações para que haja tanta violência dos filhos  para com os pais, quando estes já sao velhos... 
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De Be a 29.01.2018 às 23:00

Talvez quando "sai", não tenha mesmo a ver com falta de paciência, tem mesmo a ver com um sinal vermelho que impões aos teus filhos para que eles percebam que há um limite para a tolerância. Em 10 anos nunca bati no meu filho, em 7 dei um tabefe à minha filha porque me faltou ao respeito, numa situação de pré-aviso. Nem sequer a magoei, não que isso importe, quando as pessoas querem generalizar um comportamento alheio, generalizam e adjudicam saberes. Saiu, saiu mesmo, não é regra, nunca será e com certeza não o recomendo. Afirmar que é legítimo bater porque se perdeu a paciência e até desculpável e que, no entanto, um tabefe que saiu porque  criança ultrapassou o limite do aceitável, é de alguém que não se auto domina, é no mínimo incongruente.
Talvez não saiba o que é violência recalcada porque os meus pais nunca me bateram mas por incrível que pareça, a primeira pessoa a dar uma palmada à minha filha foi o avô, agora arrisca-se a apanhar da neta...
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De Me a 29.01.2018 às 13:26

Aposto q já tinhas estranhado eu não ter vindo aqui implicar ctg 😉


Bem sacode pó não. Se é para ser, que seja p doer qq coisinha...brincadeira.


Bem, já no outro dia disse na uva, os meus pais se me deram 4 ou 5 palmadas (pelo menos q eu tenha memória) foi mto. E foi sp a minha mãe. 
Sp foram mais apologistas dos castigos. Contavam até q eu chegava a pedir p me baterem só p n me privarem de ver os desenhos animados. Não, eu n seria masoquista, é o q dá crescer numa época em q apenas havia 2 canais, n tinha VHS (malta mais nova n vai saber o q isto é) e nenhum dos 2 canais disponíveis à altura passava 24h de bonecada, e tb n havia cá mtas repetições.
Posto isto perguntas "ah, mas nunca basteste no pequeno pirata q ai tens em casa?" Epa já. Não gosto de o fazer, m pq me doa mais a mim mas pq de facto n considero pedagógico e a pediatra sp desaconselhou até pq pode incentivar o petiz a fazer o mm aos coleguinhas.


Mas já houve uma vez ou outra q achei q era necessário. Mas isso, na minha opinião, tb vai das crianças. Há situações limite, e não pq me tenha esgotado a paciência, em q acho q ele precisava de perceber que i q tinha feito era uma merda grande. E tendo 3 anos agora, lamento mas nem sp a conversa pedagógica funciona...mas se calhar sou eu q n sei explicar bem, embora chegue a repetir as mesmas coisas 20 vezes, já tipo mantra.
N defendo com isso a violência, obviamente nem é a minha linha de educação. 

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