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Orphan Black é uma série boa, cujas três primeiras temporadas foram vistas em modo intensivo, num fim-de-semana dos meus: sofá+comida+sestas+séries tão boas que até custa a crer. 

 

 

Não dá para vos adiantar muito sem que isso comprometa o mistério de que a série é feita, há sempre um dado novo, alguém que aparece na hora mais improvável, a forma como as personagens e as suas histórias se entrelaçam, a complexidade do que está em causa e do que na realidade está por detrás de todo este novelo, prendeu-me de tal forma que só me apetece ver tudo de novo, a ver se não deixei escapar algum pormenor importante.

Desconhecia a protagonista que, ou muito me engano, ou teve aqui o papel da sua vida premiado várias vezes. De repente e sem querer entrar em grande detalhe, lembro-me dela em cerca de oito papéis diferentes. Nesta mesma série. É obra.

Resumidamente, uma mulher atira-se para a frente de um comboio. Uma outra, bastante parecida com ela, assiste ao suicídio e leva-lhe a mala. Primeiramente para lhe roubar algum dinheiro, depois para assumir a sua identidade e, finalmente, para descobrir algo que lhe irá mudar a vida para sempre. Parece banal? Mais um cheirinho, que hoje estou para amar.

 

 

Ahhhh, a Helena, como gosto dela. Tão trágica e tão cómica, a minha personagem favorita.

Agora ide ver e depois digam se tenho ou não bom gosto para séries.

Cá zumbies paneleiros e fugas de merda desenhadas em corpos musculados. Pff.

 

 

 

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