Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Dúvidas Cor de Rosa

Um blog extremamente fofinho e quase sempre zen.

Vá, larguem lá tudo o que estão a fazer e vinde mas é cá dizer que sou mesmo a maior e que nunca viram ninguém assim tão magnífico como eu quando me dá para falar sobre cosmética

Junho 12, 2017

Filipa

Lembram-se que vos disse que estava in love com dois produtos da Esthederm, marca que nunca tinha sequer ouvido falar mas que muito me estava a surpreender? Pois bem, optei por dois produtos e hoje é um deles que me traz aqui. Este:

 

edermagua.jpg

 

 

Deixem-me primeiro falar-vos do conceito da marca que eu não tenho uma Filipa Brás que me oriente nem vendedoras de jeito que me guiem. Se quero conhecer alguma coisa mais a fundo, tenho de pesquisar, fuçar, fazer-me à vida.

A Esthederm é uma marca relativamente recente no canal farmácia. Até há dois anos atrás era exclusiva de gabinetes de estética e em boa hora decidiu desbravar novos matos que esta marca, vão por mim que nunca vos enganei, ainda vai dar cartas.

A marca inspira-se na biologia da pele e reproduz e imita os seus mecanismos originais. Ou seja, utiliza a ciência -mimetismo biológico- para formular produtos que actuam em simbiose com a pele e sempre que possível, são usados ingredientes naturalmente existentes nela ou que a mimetizam.

No caso deste produto em particular, decidiu inspirar-se na água naturalmente presente na pele e daí a lançar esta jóia da coroa foi um tirinho. Reparem que não falamos de água termal -coisinha mais batida que a bengala de um cego- nem em água mineral ou desmineralizada. Falamos de água celular, vector perfeito de eficácia para os diferentes componentes activos e na qual a célula vive tal como no seu ambiente original.

Temos, portanto um super-produto, com diferentes utilizações, qual delas a melhor. Energiza, revitaliza, optimiza o metabolismo celular, permite a receptividade dos outros produtos de tratamento, hidrata, desperta, refresca, acalma, fixa a maquilhagem, mega boost de energia ao longo do dia e bendita a hora que me lembrei de enfiar a minha no frigorifico, há lá coisa melhor do que borrifar o rosto com uma água deste gabarito e ainda por cima fresquinha? O preço é outra agradável surpresa, acessível até para quem é um mero auxiliar de roupa e lar.

Sou ou não sou mesmo boa a falar de cosmética/dermocosmética/pele/cuidados de rosto/e mais qualquer coisa que de certeza que me está a escapar? Dou ou não dou cartas nesta merda? Falo ou não falo nisto com a mesma destreza de quem faz balões de pastilha elástica? Pareço ou não pareço uma profissional na área?   Dá a ideia ou não dá a ideia de que vendo tudo e às paletes?

Agora ide lá pensar e depois cheguem-se com respostas. Não sobre a eficácia do produto, que essa está mais que vista, mas sobre a minha influência nas vossas vontades, a minha sapiência, inteligência, jeito e etc, etc.

Vá, estou à espera.

Que eu sou uma diva

Maio 24, 2016

Filipa

já toda a gente sabe.

O que talvez ainda não saibam é que odeio o facto dos shoppings não terem sido construídos única e exclusivamente para mim.

Acho indecente a forma como deixam entrar qualquer parvo sem o mínimo de respeito pelos outros, no mesmo espaço que eu.
Eu explico melhor, que eu quando estou com a nervura, a clarividência foge-me pelo ralo junto com a tinta do cabelo.

Então não é que os outros clientes do shopping, numa clara e total falta de respeito e de empatia para comigo, ficam que tempos, que tempos, han?, não são apenas uns minutos, aqueles que eu defini como os socialmente aceitáveis para se ser considerado pessoa que respeita o próximo, são que tempos, a ver as coisas, a mexer, a experimentar e mesmo depois de pagar não se vão logo embora a correr, só para que eu possa aspergir, como quem salpica a plebe com orvalhadas da minha perfeição, toda a minha superioridade nas lojas que eu quero, pelo tempo que eu quero porque se há coisa que diva nenhuma devia ter de fazer é esperar. 

Eu quero poder entrar numa sapataria, por exemplo, e ficar à conversa com a minha amiga o tempo que me apetecer, sentadinha claro, sem correr o risco de lá chegar e ver as banquetas giríssimas de experimentar sapatos que há por lá, ocupadas por umas pindéricas quaisquer sem correr o risco de ter de estar ali em pé, a cansar o meu sistema vascular todo com a pobreza daquelas criaturas, só porque estas decidiram fingir que iam comprar uns sapatos que estão, claramente, acima das suas possibilidades sociais, e decidiram fazê-lo por muito mais tempo do que o estritamente necessário, não é? Acho que qualquer quarto de hora é  mais do que suficiente, quer dizer, fazer a Diva esperar mais do que isto é simplesmente inconcebível e motivo mais do que plausível para serem expulsas de qualquer shopping decente! É que nem faz sentido, acho uma tremenda falta de respeito coisas destas acontecerem em pleno século, em que século é que estamos?, olhem não interessa, é um absoluto desrespeito desde o séculos dos dinossauros, sobretudo daqueles engraçadíssimos com aquelas patitas dianteiras defeituosas.

Não é que não me importe com os outros, em alguns dias chego a respeitá-los e a achar que têm alguns direitos e tudo, não me interpretem mal, estou é a passar uma fase em que estou bastante centrada em mim própria e acho estas coisas de uma falta de civismo atroz. 

A partir de hoje antes de sair de casa para ir ao shopping, ligo para a recepção a marcar hora que é para terem tempo de expulsar toda a gente e de me estenderem a passadeira vermelha.

De outra forma, desculpem lá mas não contem comigo para coisas destas.

 

(talvez seja uma)Trilogia (ou talvez seja só um conto) das pilas (logo vejo o desenvolvimento dela. Da pila, claro)

Maio 16, 2016

Filipa

Hoje vou dar início a uma série de episódios engraçados que envolvem nada mais, nada mais, pilas. Pois é, um órgão tão simples e que tantos problemas origina.

Há uns tempos, ainda havia sol e calor e verão na terra, apeteceu-me apanhar uns bons banhos de pila e nada melhor que ir buscar a espreguiçadeira. Só tinha um problema: precisava de a abrir porque fechada não ficávamos suficientemente confortáveis, eu e a pila. Sempre tive um medo horroroso que a pila se levantasse enquanto eu estivesse lá deitada, mas não estava mesmo nada preparada para o que se seguiu.

Próximo passo, abrir a cadeira, vamos lá: ponho as minhas mãos nos braços da cadeira e puxo a pila. Conforme puxo, os pés da cadeira abrem, eu desequilibro-me, e pimba, uma chapada de pila em cada bochecha, tau, tau! Esta estratégia não estava a funcionar, pois eu precisava de abrir as pernas para ela entrar, foi o que li nos livros, foi o que aprendi na escola, foi o que vi no Era uma vez a vida. Ora, como sou pequena, não estava a resultar.

Tenho então a fantástica ideia de me curvar e prender a parte central da pila nos joelhos. Não podia ter tido pior ideia: a cadeira fechou-se sobre a minha cabeça de tal forma, que fiquei entalada, e a pila que já estava entalada nos joelhos, não me deixava libertar dela. Estávamos todas presas umas nas outras, a pila em mim, eu na cadeira, a cadeira na pila, a pila na cadeira, enfim, quase morri, que assassinas.

Estão a ver o filme? Olhem que não. Olhem que não.

Restou-me recorrer ao meu próprio cérebro para me ver livre de toda aquela situação embaraçosa.
Consegui. Larguei a pila da mão e fui à minha vida.

 

gif.gif

 

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2014
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2013
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  1. 2012
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D