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e fiquei indisposta com a responsabilidade que esta jornalista quis colocar nos ombros do puto ao perguntar-lhe porque ele não ajudava os mais necessitados, uma vez que é uma obrigação moral de cada um de nós, que olhava para ele e via uma pessoa fútil, se ele não se sentia mal por ter gasto tanto dinheiro numa festa com o país no estado que está e etc e falou inclusive, especialista que é, no valor do relógio que ele trazia.

Nem jantei.

Tive e tenho pena do fulano ser tão conas e não lhe ter dito que a obrigação moral dele era fazer o que quisesse desde que não prejudique ninguém, que pelo país estar como está, não é motivo para usar um relógio do chinês, que só tem que ajudar, quem, como, quando e se ele e a família dele quiser. Que se quiser lavar o Ferrari com champanhe, lava e se quiser comer a Pamela em Portugal, também o pode fazer, desde que mantenha e cultive os tais valores que a família lhe passou. Que uma pessoa por não penar para pagar a renda, comer ou criar os filhos, não tem que ser apontada, julgada, muito menos apedrejada em praça pública, uma vez que até resulta claro que o míudo prestou-se àquele circo justamente para apagar a imagem que gente como a sôtora Judite, criaram dele. A criatura ainda referiu algumas instituições que ajudava de alguma forma, porque ajudar, Dra Judite, não é só abrir os cordões à bolsa, mas percebeu-se o desconforto, uma vez que quem o faz por gosto, com o coração, como diz Lorenzo, não espalha, não se congratula nem vangloriza, mas a Dra Judite, que é Dra porque estudou, coisa que jovem Lorenzo também não fez (outra vez para a fogueira, pá, como te atreves??) não vai cá em cantigas e atacou-o de forma a que a única resposta que merecia, que me merecia, era o puxar de um livro de cheques e dizer:
"Pá, ó Judite, afinal não é da merda da maquilhagem que trazes hoje que te deixa com cara de cu, estás é verde da inveja que trazes ao peito desde que viste as imagens da minha festa. Diz lá aí quanto é que queres que o Lorenzo aqui ajuda-te porque é meu dever moral, para com quem te está a ver nesses propósitos, acabar com este espectáculo de merda a que chamas entrevista.
Vá diz lá, pá. Não tenhas vergonha."

Mas tem Judite, tem muita vergonha de ti.

Eu tenho.

Ah!, Segurança social do catano, pá!

por Filipa, em 16.08.13
Um ano após a entrada dos papéis para o fundo de desemprego, no qual estive somente um mês, recebi hoje a indicação de que o pagamento está a caminho!

Se eu não fosse pouco mais que um par de mamas andante, que andam à rasquinha para rebentarem, ia festejar esta merda com uma puta de uma bebedeira!

E ai de quem diga que em Portugal nada funciona.




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