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em memória do neurónio e meio dos bloggers que lançam posts de merda, na vã esperança de que a carapuça sirva a alguém.
Paz às suas almas.
Os senhores do sapo não me respondem. Mandei dois emails a pedir ajuda para a nabice que sou nestas merdas dos css, dos html, dos widjets e sei lá mais do quê. Não me respondem e está a puta armada que se há coisa que me afecta o ser, é ser ignorada. Não gostei da cena do blogger, pois claro que não. Não fazia planos para desatar a postar pilas, mas eu sou assim, quanto mais me dizem para não o fazer, mais me apetece, muita chapada na tromba levei eu à custa deste lema. Mas por outro lado, também não gosto de ver toda a gente a reclamar, a queixar-se que isto não tem graça, que não conseguem comentar, que ninguém vê o header, ai os números, ai as letras, ai o email, ai que não memoriza os dados, ai a publicidade aos hamburguers e eu sem saber que os estava a publicitar, e eu a mudar tudo e isto a ficar tudo igual. Estou can-sa-da. Cheia de dores nas cruzes e bicos de papagaio, ter um blog no Sapo, é mais difícil do que arranjar uma consulta no médico de família. Tudo a dizer para voltar, até emails recebo, somos quase os suficientes para criarmos o movimento: "Filipa ao blogger, já!" Não me apetecia nada voltar e ir contra cenas que defendo. Mas também não me parece bonito não ter as vossas queixas em conta (que também as enviei para os misters blogueiros). Ah e tal, mas isto são só blogues. Pois são. Mas com pessoas lá dentro. E esta pessoa vai esperar até amanhã. Caso contrário volto ao blogger. Assim como assim, lá funciona tudo, talvez seja a explicação para o facto de não existir ajuda personalizada nem mensagens de boas vindas.