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e outros tantos nisto das relações, digo que sim, que quando me passo da pevide e arregalo os olhos, estes olhões que espicham fagulhas quando me contrariam, os homens que me rodeiam, todos eles que comigo não há cá excepções, sou mesmo uma durona, então como estava a dizer, os homens que me rodeiam, esses grandes paneleiros, metem todos o rabinho entre as pernas e fazem exactamente o que eu mando.
Um gosto.
Carta de uma blogger ao seu filho, Benny, após este ter fugido.
Eu também já tive um filho que o meu gajo deixou morrer. A situação foi um pouco mais grave mas, vejo hoje, que não estou sozinha neste sofrimento que é não termos um filho querido a dormir em conchinha connosco. O meu era o Pé de Meia. Um pé de coentro lindo de morrer. Avisei-o tantas vezes para ter cuidado ao atravessarem a estrada...
Depois de ler este relato tão comovente, tomei uma decisão: o meu gajo vai sair da minha vida. Um pé de coentro é um pé de coentro, caramba!, que merda é esta?!
Se me estás a ler, um beijinho da mãe, Pé.