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ABRIL
Foi um mês paradinho, gosto de meses paradinhos, aproveito para exercitar a minha parvoíce, bem boa para me manter jovem.
Confessei que apesar de realizada profissionalmente, era muito mais feliz se estivesse em casa a cuidar dos meus. Tão mais. Não há realização profissional que pague a felicidade que é ver os filhos a crescer, a noite a cair em jantares ruidosos em família.
O mês do pontapé de saída para a participação dos tão falados desafios. Tirando as regras que nunca cumpro, confesso que até os acho divertidos, sobretudos porque os escrevo sem filtros, sem medos, tal e qual o que penso.
Foi também o mês em que o ser humano me mostrou que há sempre forma de se ser um pouco mais filha da puta do que o que já se é, ao ameaçar outros de divulgação de dados pessoais na internet.
O pior é que isto vem de quem tem os seus próprios dados à vista de todos, além de imprudente, soa-me a pouca inteligência.
Ameaçem lá divulgar algum dado meu e sobretudo dos meus filhos que faço questão em ter convosco uma conversa de pé de orelha.
O meu pé na vossa orelha.
Abril acabou por passar manso.
ABRIL
Foi um mês paradinho, gosto de meses paradinhos, aproveito para exercitar a minha parvoíce, bem boa para me manter jovem.
Confessei que apesar de realizada profissionalmente, era muito mais feliz se estivesse em casa a cuidar dos meus. Tão mais. Não há realização profissional que pague a felicidade que é ver os filhos a crescer, a noite a cair em jantares ruidosos em família.
O mês do pontapé de saída para a participação dos tão falados desafios. Tirando as regras que nunca cumpro, confesso que até os acho divertidos, sobretudos porque os escrevo sem filtros, sem medos, tal e qual o que penso.
Foi também o mês em que o ser humano me mostrou que há sempre forma de se ser um pouco mais filha da puta do que o que já se é, ao ameaçar outros de divulgação de dados pessoais na internet.
O pior é que isto vem de quem tem os seus próprios dados à vista de todos, além de imprudente, soa-me a pouca inteligência.
Ameaçem lá divulgar algum dado meu e sobretudo dos meus filhos que faço questão em ter convosco uma conversa de pé de orelha.
O meu pé na vossa orelha.
Abril acabou por passar manso.
a) estes paneleiros de calções de lycra sentem um prazer inexplicável em dar cabo da cabeça aos condutores e vai daí andam aos parzinhos, lado a lado para não se sentirem desacompanhados nessa paneleirice que é andar com o rabo aconchegadinho por um selim durinho.
b) quando passo por eles sorrio sempre enquanto penso quem é que se responsabilizava pelos estragos, caso me riscassem o carro ou se espetassem contra ele. Os fulanos devem pensar que sou a simpatia em pessoa e que os adoro quando na verdade se lhes pudesse passar com um pneu pelos calos, não hesitava.
c) para chegar a horas ao trabalho, tive de cometer quatro contra-ordenações, uma muito grave e uma grave -segundo o código da estrada no meu tempo, mas no meu tempo os ciclistas eram como os passeios, não tinham direitos-: não parei no sinal vermelho, não dei prioridade na rotunda, ultrapassei pela direita e fui muuuuuuuito acima do limite de velocidade. E porquê? Porque os ciclistas têm tanto direito à vida como eu, onde é que já se viu uma merda destas?
Ou oferecem ou não oferecem, se é para contarem tostões, pá, não contem comigo para merdas destas!
Caraio, por este andar está visto que vou ter pouco tempo para isto dos blogues.