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Os meus trassos I

por Filipa, em 09.08.16

Talvez voçês não saibam -a minha própria mão não sabia, consegui esconder-lhe este tempo todo. Vai ficar a saber agora:

 

Mão, se me estás a ler: desculpa mas eu como rebelde e tomadora de todas as minhas opções, decidi que queria o meu corpo assim, desenhadinho e do mundo por causa que eu sou do mundo. Desculpa não ser a filha perfeita sei que vais ficar do meu lado, como o papá fica sempre mesmo quando tapa ojolhos com as mãos.

 

mas contenho diverças tatuajens. Não se observem nas fotos que vos tenho mostrado mas isso não demonstram que á uns anos não tenha opcionado fazer do meu corpo uma espéce de diário. Hoje venho falar da primeira de todas, feita á mais de trinta anos, ainda as tatuajens se faziam com agulhas de croché e tinta da xina. Para comessar nada fez mais sentido naquele dia do que tatuar: "Querido diário" uma vez que a partir dali, ia escrever a minha própria história na vida. Ora, como todos sabem e disem os expecialistas -há estudos e tudo, claro-, com o tempo o trasso das tatuagens alteram imenso e quando fui a ver em vez de "querido diário" tinha escrito em mim "querido nocturno" e a partir daí foi um porblema encontrar um tatuador que tatuaçe ao crepusco.

O máximo que consegui foi um muinto jeitoso, ali á Brandoa, que á luz do massarico de queimar a surficie dos leites cremes e/ou colar ferro e outras coisas igualmente duras, que majudou a introdusir a minha história na minha pele.

 

E foi assim que iniciei o meu próprio diário permutivo.

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Se fosse com a Isa, levava isto na carteira:

 

dick 1.jpg

 

 

Para ver se deixava de roubar os amantes às outras.

 

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