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e ensina a recomendar séries, porque isto não basta querer imitar, há que ter jeito para a poda. 

Poda.

E não phoda.

 

Wayward Pines, não sendo -nem de perto nem de longe- uma das minhas séries preferidas, percebe-se logo à partida que se trata, nada mais nada menos do que uma distopia -para quem percebe mais de sociologia ou de escrita criativa do que filosofia, adianto já que distopia é a antítese de utopia, han?-, portanto, o mundo como o conhecemos, o mesmo que alguns tendem em criá-lo à sua medida, numa cena muito própria e enfeitadinha ao seu gosto, foi destruído. Mas, porém e contudo, graças a alguém assim pouco dado ao juízo mas com bué de cursos científicos -estão em todo o lado, caralho, para quando uma série que ponha cobro a estes cabrões?-, sobrou esta curiosa cidade, pequeno enclave onde apenas alguns -os escolhidos- sobrevivem.

Resumidamente as únicas coisas que se aproveitam na série são o Matt Dillon e a eficácia com que adormece uma pessoa.

 

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