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A pequenina, essa gigante (já vão perceber) chegou muito bem a tempo para vos mostrar como se faz. Não tem blog, mas isso não interessa. Mandou a Obra por comentário e vejam só como começa:

 

 

"Ode às estações do ano, enrolada num chique pano

 

 

Quando lançou o desafio

Toda lampeira e contente

Nunca pensou ser seguida

Por tanto mulherio doente!

 

 

Falar das quatro estações

É o grande desafio

Vale dizer palavrões

Ou então calar o pio

 

 

Comecemos pela primavera

Essa bela estação do ano

Já andam a mamas à vela

Sempre com pouco pano

 

A seguir vem o verão

A mais bela de todas as estações

Faz um calor do caralho

Até queima os colhões!

 

Mais à frente vem o outono

Esse grande filho da puta

Há folhas por todo o lado

E as cabras das vizinhas à escuta

 

Por fim vem o inverno

Que é dado à depressão

É sempre o mesmo inferno Filho da puta, cabrão!

 

 

Se achar que isto é bom

E não é grande a perda

Faça o gosto ao dedom (dedo grande com sotaque do norte…sim , sou doente eu sei!)

E publique lá esta merda!

 

E como a conversa vai longa

Acabamos já aqui

Assim se despede esta tronga

Que gosta muito de si

 

Uma palavra final para as ressabiadas do contra

E que fazem da azia trabalho:

Deixem escrever quem sabe

E vão todas para o caralho!!!!!

 

By: pequenina"

 

 

 

E mai nada, eu avisei que esta pequenina vinha disfarçada, eu a-vi-sei!

Beijinho, pequenina, belo poema, carai, belo poema.

 

 

 

Relembro que os autores dAs Grandes Obras não permitem qualquer tipo de partilha, cópia, print screen, referência, link, bem como a autora do Concurso Literário e a autora deste blog.

 

cenas :


26 comentários

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De Isa a 09.03.2016 às 14:34

E ENTÃO??
São competição na mesma, né, ó abrenúncia?? E da boa, e da forte, caralho!


Não estava nada preparada pra isto...

:(
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De Filipa a 09.03.2016 às 14:36

Não estavas preparada para o poder criativo dos meus leitores, não é?

Já fostes, acredita.

Talvez numa próxima oportunidade, quem sabe?
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De Isa a 09.03.2016 às 14:57

Até se me sai sangue da garganta, caraças, ao proferir isto: Não. Não estava.
( ai que dôr, ai que dói, ai que pronto, já passou)

Não estava, mas agora que estou, encaro qualquer coisa. É mandar vir.
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De Filipa a 09.03.2016 às 14:59

Ai que nojo, sangue da garganta.

Estais de almigdalas, é?
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De Isa a 09.03.2016 às 15:06

Quereis dizer de amigdalite, suponho..?
Pois que não, uma vez que já não as tenho. Abdiquei delas em função de uma vida melhor, faz tempo, tadinhas, espero que estejam bem.

Opá, não sei o que é. Tenho aqui uma série de talvezes que nunca mais se descosem sobre a verdadeira causa. ..
Foi chuva..?
Foi vento..?
Foi um preto que m'entrou praqui adentro..?
(esta última foi só pra rimar, que eu não sou racista nem preconceituosa, nem merda nenhuma, e sou uma pessoa muito série e decente.)
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De Filipa a 09.03.2016 às 15:14

Mania.
Não, quero dizer o que disse "almigdalas", POSSO? Eu é que sei, tá bem? Eu sei de coisas, praticamente tudo, descarga-me cas tuas merdas mais ao português, pá!

Não podes falar assim dos pretos, ouviste? São pessoas. Como os ciganos e os sem abrigo. Ora vai lá ver o meu último post.
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De Isa a 09.03.2016 às 15:28

Ai. Querem lá ver que eu agora tinha qu'andar a ler os teus posts, pra perceber cocó que fosse, do que quer que seja. Não disse mal de nada nem de ninguém! Adoro osgas!
Tive inclusive no verão passado, uma que se hospedou aqui em casa, porque lhe apeteceu. Sentiu a minha sensibilidade, o meu altruísmo, a minha natureza de dar tudo ao desbarato sem olhar a quem, e aqui esteve por 24h. Tenho fotos dela e tudo. Chama-se Clotilde. Estivemos uma noite inteira, eu pendente dela e ela de mim, não dormi nada por isso mesmo, foram horas e horas de muita cumplicidade.

Nem sei se não te denuncie por causa destas acusações. Não sei!!
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De Filipa a 09.03.2016 às 15:32

Barbosa, não há uma maneira simpática de te perguntar isto:

Enfrascaste-te com os licores do pipoco?
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De Isa a 09.03.2016 às 15:39

Confesso que por vezes, sim. Ou é isso ou é lê-lo, que queres, não consigo manter um equilíbrio saudável entre ambas as perspectivas.
Também tenho um trabalho desgastante, sabes? Tenho que corresponder às expectativas de quem me criou e tal, e depois há aqui uns conflitos de interesses entre mim e a Isa, propriamente dita, quando resolvo baixar nela. (Salve seja).

Tenho, por exemplo, uma entervista a fazer à Jussara Látex, e estou aqui que nem posso pra alinhavar aquilo tudo. Só bezanas, naturalmente.


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