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Por três vezes tive de refrear os meus azeites que, como é sabido, borbulham amiúde e nem sequer é preciso que se lhes chegue a chama no máximo.

A primeira foi logo ao chegar à puta da escola do mais velho, àquela merda mais inútil que alguém podia ter inventado de seu nome reunião, e vi em cada lugar uma pastinha que correspondia a cada uma das crianças. Cor-de-rosa para as meninas, azul para os meninos.

Começou-se logo com as perguntas de merda acerca de, se era desta forma tão discriminatória que se queria a educação dos pequenos logo nos primeiros anos de vida escolar e o ponto seguinte fez-me perceber logo como é que esta professora não previu este cenário tão catita. A maioria terá ido marcar consultas de psicologia, o meu João foi dar banho aos nenuncos da irmã.

A segunda foi quando a professora começou com a conversa de que a empregada da limpeza dela ganha mais do que alguns professores. Eu ainda estava tonta com o disparate anterior, não me lembro bem a que propósito é que isto foi cagado, mas achei que parecia mal pedir desenvolvimentos sobre um assunto tão merdoso logo assim no primeiro dia. Logo de seguida, para reforçar a ideia, diz que ser mulher a dias não era desprimor nenhum. Só que os professores ainda estudam quatro anos para depois andarem nestas vidas.

Percebi logo ali que não vamos ter um ano lindo.

A terceira foi quando aqui cheguei e percebi que mais um movimento de merda foi criado e nenhum blogger de jeito foi convocado para participar nele, nomeadamente eu e mais dois ou três. 

 

Estou que nem posso com esta merda toda. 

 

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23 comentários

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De Filipa a 13.09.2017 às 08:15

São sempre, não escapa uma.

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